Frida Kahlo (Artista moderno) 1907 - 1954
Frida Nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que havia nascido em 1910. Sua vida sempre foi marcada por grandes tragédias; aos seis anos contraiu poliomelite, o que à deixou coxa. Já havia superado essa deficiência quando o ônibus em que passeava chocou-se contra um bonde. Ela sofreu multiplas fraturas e uma barra de ferro atravessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Por causa deste último fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa em uma cama.Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima de sua cama. Frida sempre pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". Suas angustias, suas vivências, seus medos e principalmente seu amor pelo marido Diego Rivera.
A sua vida com o marido sempre foi bastante tumultuada. Diego tinha muitas amantes e Frida não ficava atrás, compensava as traições do marido com amantes de ambos os sexos. A maior dor de Frida foi a impossibilidade de ter filhos (embora tenha engravidado mais de uma vez, as seqüelas do acidente a impossibilitaram de levar uma gestação até o final), o que ficou claro em muitos dos seus quadros. Os seus quadros refletiam o momento pelo qual passava e, embora fossem bastante "fortes", não eram surrealistas: "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei minha própria realidade". Frida contraiu uma pneumonia e morreu em 1954 de embolia pulmonar, mas no seu diário a última frase causa dúvidas: "Espero alegremente a saída - e espero nunca mais voltar - Frida". |
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
LIVROS LIDOS PELOS ALUNOS SALA DE LEITURA
1-DIÁRIO DE JULIETA
2-BIDU 50 ANOS
3-MSP 50 ARTISTAS
4-A ÚLTIMA VIAGEM DO NAVIO FANTASMA
5-HAGAR
6-D JOÃO CARIOCA
7-GUIA DE ELETRICIDADE
8-A PIRAMIDE MALDITA
9-TABULEIRO DA VIDA
10-TREZE NOITES DE TERROR
11-CIDADANIA E ÉTICA PAIS E FILHOS A BUSCA DE EQUILIBRIO
12-LENDAS BRASILEIRAS PARA JOVENS
13-CONTOS DE ENCANTAMENTOS
14-PRIMEIROS MAPAS
15-CONTOS DE ASSOMBRAÇÃO
16-POESIA MARGINAL
17-UTOPIA
18-POEMAS
19-PARA QUERER BEM
20-MENINO MALUQUINHO
1-DIÁRIO DE JULIETA
2-BIDU 50 ANOS
3-MSP 50 ARTISTAS
4-A ÚLTIMA VIAGEM DO NAVIO FANTASMA
5-HAGAR
6-D JOÃO CARIOCA
7-GUIA DE ELETRICIDADE
8-A PIRAMIDE MALDITA
9-TABULEIRO DA VIDA
10-TREZE NOITES DE TERROR
11-CIDADANIA E ÉTICA PAIS E FILHOS A BUSCA DE EQUILIBRIO
12-LENDAS BRASILEIRAS PARA JOVENS
13-CONTOS DE ENCANTAMENTOS
14-PRIMEIROS MAPAS
15-CONTOS DE ASSOMBRAÇÃO
16-POESIA MARGINAL
17-UTOPIA
18-POEMAS
19-PARA QUERER BEM
20-MENINO MALUQUINHO
terça-feira, 25 de setembro de 2012
FRASES DA POETISA E ESCRITORA CORA CORALINA
Feliz aquele que transfere o que sabe e
aprende o que ensina.
O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a
caminhada. Caminhando e
semeando, no fim terás o que colher.
Se temos de esperar,
que seja para colher a semente boa
que lançamos hoje no solo da vida.
Se for para semear,
então que seja para produzir
milhões de sorrisos,
de solidariedade e amizade.
que lançamos hoje no solo da vida.
Se for para semear,
então que seja para produzir
milhões de sorrisos,
de solidariedade e amizade.
Fiz a escalada da montanha da vida
removendo pedras e plantando flores.
removendo pedras e plantando flores.
Nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas
·
Todos estamos matriculados
na escola da vida,
onde o mestre é o tempo.
na escola da vida,
onde o mestre é o tempo.
Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo
pedras e plantando flores.
Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça.
Poeta, não é somente o que escreve.
É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.
É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.
Não morre aquele que deixou na terra a melodia de seu cântico na música
de seus versos
Se a gente cresce com os golpes duros da vida, também podemos crescer
com os toques suaves na alma.
A Verdadeira coragem é Ir Atrás De Seus Sonhos Mesmo Quando Todos Dizem
Que Ele é Impossivél.
Lindo demais
Coração é terra que ninguém vê.
Coração é terra que ninguém vê.
Mais esperança nos meus passos
do que tristeza nos meus ombros.
do que tristeza nos meus ombros.
"Nas palmas de tuas mãos leio as linhas da minha vida."
"Feliz daquele que transfere o que sabe e aprende o que
ensina"
Melhor do que a criatura,
fez o criador a criação.
A criatura é limitada.
O tempo, o espaço,
normas e costumes.
Erros e acertos.
A criação é ilimitada.
Excede o tempo e o meio.
Projeta-se no Cosmos
fez o criador a criação.
A criatura é limitada.
O tempo, o espaço,
normas e costumes.
Erros e acertos.
A criação é ilimitada.
Excede o tempo e o meio.
Projeta-se no Cosmos
Não lamente o que podia ter e se perdeu por caminhos errados e nunca
mais voltou.
·
Música Popular do Brasil
Dizer que a música
popular feita no Brasil é caracterizada por sua riqueza é repetitivo, mas é
essencial para defini-la.
Sua história começa
com os índios e com a música feita pelos jesuítas que aqui aportaram. Esse
encontro entre a música dos jesuítas e a música dos indígenas é a pré-história
da música popular do Brasil. A evolução desses ritmos primitivos, como o
cateretê ou o cantochão, são ainda hoje tocados em festas populares.
A música popular do
Brasil só se tornaria mais forte no final do século 17, com o lundu, dança
africana de meneios e sapateados, e a modinha, canção de origem portuguesa de
cunho amoroso e sentimental. Esses dois padrões, a influência africana e a
européia, alternaram-se e combinaram-se das mais variadas e inusitadas formas
durante o percurso que desembocou, junto a outras influências posteriores, na
música popular dos dias de hoje, que desafia a colocação de rótulos ou
classificações abrangentes.
Durante o período
colonial e o Primeiro Império, além dos já citados lundu e modinha, também as
valsas, polcas e tangos de diversas origens estrangeiras encontraram no Brasil
uma nova forma de expressão.
Já no século 19
surgem os conjuntos de chorões, que adaptam formas musicais européias -como a
mazurca, a polca e o scottisch- ao gosto brasileiro e à forma brasileira de se
tocar essas construções. Surge então, a partir da brasileirização dessas
formas, o choro, e firmam-se novas danças, como o maxixe.
Outras duas coisas
que ajudaram decisivamente o aparecimento da canção popular no Brasil foram o
carnaval carioca e o gramofone. Pixinguinha, João da Baiana, Donga -autor de Pelo
Telefone, primeiro samba gravado, em 1917-,
foram grandes nomes nesse período, junto com os continuadores dos chorões.
O samba urbano só se
firmaria na década de 30, época em que surge a primeira escola de samba, a
Deixa Falar, fundada em 1929. Depois, com a popularização do rádio e do disco a
música popular se consolidaria e chegaria ao mundo de opções musicais que hoje o
Brasil possui.
História do
teatro
Ilustração de Konstantin Somov para "O Teatro" de
Alexander Blok (1909).
O teatro surgiu a partir do desenvolvimento do
homem, através das suas necessidades. O homem primitivo era caçador e selvagem,
por isso sentia necessidade de dominar a natureza. Através destas necessidades
surgem invenções como o desenho e o teatro na sua forma mais primitiva. O
teatro primitivo era uma espécie de danças dramáticas colectivas que abordavam
as questões do seu dia a dia, uma espécie de ritual de celebração,
agradecimento ou perda. Estas pequenas evoluções deram-se com o passar de
vários anos. Com o tempo o homem passou a realizar rituais sagrados na
tentativa de apaziguar os efeitos da natureza, harmonizando-se com ela. Os
mitos começaram a evoluir, surgem danças miméticas (compostas por mímica e
música).
Com o surgimento da civilização egípcia os
pequenos ritos tornaram-se grandes rituais formalizados e baseados em mitos.
Cada mito conta como uma realidade veio a existir. Os mitos possuíam regras de
acordo com o que propunha o estado e a religião, eram apenas a história do mito
em ação, ou seja, em movimento. Estes rituais propagavam as tradições e serviam
para o divertimento e a honra dos nobres. Na Grécia sim, surge o teatro. Surge
o “ditirambo”, um tipo de procissão informal que servia para homenagear o Deus
Dioniso (Deus do Vinho). Mais tarde o “ditirambo” evoluiu, tinha um coro
formado por coreutas e pelo corifeu, eles cantavam, dançavam, contavam
histórias e mitos relacionados a Deus. A grande inovação deu-se quando se criou
o diálogo entre coreutas e o corifeu. Cria-se assim a acção na história e surgem
os primeiros textos teatrais. No início fazia-se teatro nas ruas, depois
tornou-se necessário um lugar. E assim surgiram os primeiros teatros.
Teatro na Grécia Antiga
A consolidação do teatro,
na Grécia Antiga, deu-se em função das
manifestações em homenagem ao deus do vinho, Dioniso ou Baco(em
Roma).[1] A
cada nova safra de uva, era realizada uma festa em agradecimento ao deus,
através de procissões. Com o passar do tempo, essas procissões, que eram conhecidas
como "Ditirambos", foram ficando cada vez mais elaboradas, e surgiram
os "diretores de Coro", os organizadores de procissões. Os
participantes cantavam, dançavam e apresentavam diversas cenas das peripécias
de Dionísio e, em procissão urbanas, se reuniam aproximadamente 20 mil pessoas,
enquanto que em procissões de localidades rurais (procissões campestres), as
festas eram menores.
O primeiro diretor de coro foi Tespis, que foi
convidado pelo tirano Pisístrato para
dirigir a procissão de Atenas.[2] Téspis
desenvolveu o uso de máscaras para representar, pois em razão do grande número
de participantes era impossível todos escutarem os relatos, porém podiam
visualizar o sentimento da cena pelas máscaras. O "Coro" era composto
pelos narradores da história, que através de representação, canções e danças,
relatavam as histórias do personagem. Ele era o intermediário entre o ator e a
platéia, e trazia os pensamentos e sentimentos à tona, além de trazer também a
conclusão da peça. Também podia haver o "Corifeu", que era um
representante do coro que se comunicava com a platéia do acontecimento.
Em uma dessas procissões, Téspis inovou ao
subir em um "tablado" (Thymele – altar), para responder ao coro,logo
em seguida tespis se passou por Dionisio, fingindo que o espírito de Dioniso
adentrou no seu corpo, e assim, tornou-se o primeiro respondedor de coro
(hypócrites). Em razão disso, surgiram os diálogos e Téspis tornou-se o
primeiro ator grego.
[editar]Destaques
Muitas das
tragédias escritas se perderam e na atualidade são três Tragediógrafos conhecidos e considerados importantes:
Ésquilo, Sófocles e Eurípedes.[1]
Ésquilo (525 a 456 aC aproximadamente) – Principal Texto:
Prometeu Acorrentado. Tema Principal que tratava: Contava fatos sobre os Deuses
e os Mitos.
Sófocles (496 a 406 a.C.aproximadamente) – Principal Texto: Édipo
Rei. Tema Principal que tratava: das grandes figuras Reais.
Eurípides (484 a 406 a.C.aproximadamente) – Principal Texto: As
Troianas – Tema Principal que tratava: dos renegados, dos vencidos (Pai do
Drama Ocidental)
Aristófanes e
a Comédia: Dramaturgo grego (445 a 386 a.C.). É considerado o maior representante da
comédia antiga.
[editar]Tragédia grega
Muito se discute a origem do teatro grego e,
conseqüentemente, das tragédias. Aristóteles, em sua Poética, apresenta três versões
para o surgimento da tragédia. A primeira versão argumenta que a tragédia, e o
teatro, nasceram das celebrações e ritos a Dionísio, o deus campestre do vinho.
Em tais festividades, as pessoas bebiam vinho até ficarem embriagadas, o que
lhes permitia entrar em contato com o deus homenageado. Homens fantasiados de
bodes (em grego, tragos)
encenavam o mito de Dionísio e da dádiva dada por ele à humanidade: o vinho.
Esta é a concepção mais aceita atualmente, pois explica o significado de
tragédia com o bode, presente nas celebrações dionisíacas.
A segunda versão relaciona o teatro com os Mistérios de Eleusis, uma
encenação anual do ciclo da vida, isto é, do nascimento, crescimento e morte. A
semente era o ponto principal dos mistérios, pois a morte da semente
representava o nascimento da árvore, que por sua vez traria novas sementes. A
dramatização dos mistérios permitiria o desenvolvimento do teatro grego e da
tragédia.
A terceira concepção para o nascimento da
tragédia, e a aceita por Aristóteles, é de que o teatro nasceu como homenagem
ao heróidório Adrausto, que permitiu o domínio dos
Dórios sobre os demais povos indo-europeus que habitavam a península. O teatro
seria a dramatização pública da saga de Adrausto e seu triste fim.
A análise das obras dos principais autores
trágicos, Ésquilo, Sófocles e Eurípedes, como empreendida por Albin Lesky (A
tragédia grega) e Junito Brandão (Teatro Grego: origem e evolução),
nos conduz a um denominador comum da tragédia: o métron de cada um. Parte da concepção grega
do equilíbrio, harmonia e simetria e defende que cada pessoa tem um métron, uma medida ideal.
Quando alguém ultrapassava seu métron,
seja acima ou abaixo dele, estaria tentando se equiparar aos deuses e receberia
por parte deles a "cegueira da razão". Uma vez cego, esse alguém
acabaria por vencer sua medida inúmeras vezes até que caísse em si, prestes a
conhecer um destino do qual não pudesse escapar.
A tragédia seria assim uma popularização do
"mito de Procrusto". Este convidava os viajantes a se hospedarem em
sua casa, mas tinha uma cama muito grande e outra cama minúscula. Durante a
noite, Procrusto procurava adequar o viajante à cama escolhida, serrando os pés
dos que optavam pela cama pequena ou esticando os que escolhessem a cama
grande. O objetivo de Procrusto era colocar cada um na sua medida, ou melhor,
no seu métron.
Como ensinou Aristóteles, a tragédia não era
vista com pessimismo pelos gregos e sim como educativa. Tinha a função de
ensinar as pessoas a buscar a sua medida ideal, não pendendo para nenhum dos
extremos de sua própria personalidade. Para o filósofo deEstagira,
entretanto, a função principal da tragédia era a catarse,
descrita por ele como o processo de reconhecer a si mesmo como num espelho e ao
mesmo tempo se afastar do reflexo, como que "observando a sua vida"
de fora. Tal processo permitiria que as pessoas lidassem com problemas não
resolvidos e refletissem no seu dia-a-dia, exteriorizando suas emoções e
internalizando pensamentos racionais. A reflexão oriunda da catarse permitiria
o crescimento do indivíduo que conhecia os limites de seu métron. A catarse ocorreria
quando o herói passasse da felicidade para a infelicidade por "errar o
alvo", saindo da sua medida ideal.
A questão da "medida de cada um" é
recorrente na obra dos trágicos, mas trabalhada de forma diferente de acordo
com a concepção de destino. O objetivo de Ésquilo era homenagear Zeus como principal deidade, prevendo o
destino de cada um. Quando alguém tentava fugir de seu destino, por sair de seu métron, acabava cumprindo o
destino escrito por Zeus. Basta ler a Oréstia para perceber a visão de destino
e o papel de Zeus.
Sófocles, por sua vez, escreveu verdadeiras
odes à democracia, pregando abertamente que somente
ela poderia aproximar os homens dos deuses. Aquele que não respeitava a
democracia (representada pelo coro), procurava se auto-governar e fugir de seu
destino terrível, teria como resultado final aquele mesmo destino que
destemidamente lutava contra. Para ele, o homem só encontraria sua medida na
vida pública, atuando na pólis,
por intermédio da democracia ateniense. Isso fica muito claro em Antígone (na
oposição entre lei humana e lei divina, mostrando que a lei humana emanada pela
democracia, ou coro se aproximava da lei dos deuses) e em Electra.
Em compensação, Eurípedes dizia que o coração
feminino era um abismo que podia ser preenchido com o poder do amor ou o poder do ódio.
É visto por muitos como o primeiro psicólogo, pois se dedicava ao estudo das
emoções na alma humana, principalmente nas mulheres. Aristóteles o chamou de o
"maior dos trágicos", porque suas obras conduziam a uma reflexão -
catarse - que os demais trágicos não conseguiam. Numa sociedade patriarcal e
machista, Eurípedes enfatizava a mulher e como ela poderia fazer grandes coisas
quando apaixonada ou tomada de ódio. Defendia que o amor e o ódio eram os
responsáveis pelo afastamento da medida de cada um. Podemos destacar Medéia e Ifigênia
em Áulis como duas peças de
Eurípedes nas quais os sentimentos e emoções são levados à flor da pele.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2012
AH JÁ IA ESQUECENDO A SALA DE LEITURA PARTICIPOU DO PROJETO RECICLAR É BOM EXPERIMENTE DA FABRICA DA NESTLÉ E GANHOU CEM VAGAS PARA IR AO FÁBRICA.
VENHAM PARTICIPAR ALÉM DE GANHAR CHOCOLATES DA FÁBRICA VOCÊ IRÁ PARTICIPAR DE VÁRIAS ATIVIDADES RECREATIVAS.
QUANDO ?
OUTUBRO.
VAGAS LIMITADAS
QUALQUER DÚVIDA FALAR COM PROFS. SALA DE LEITURA
BJÃO
VENHAM PARTICIPAR ALÉM DE GANHAR CHOCOLATES DA FÁBRICA VOCÊ IRÁ PARTICIPAR DE VÁRIAS ATIVIDADES RECREATIVAS.
QUANDO ?
OUTUBRO.
VAGAS LIMITADAS
QUALQUER DÚVIDA FALAR COM PROFS. SALA DE LEITURA
BJÃO
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