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quarta-feira, 19 de setembro de 2012


Ziraldo

Ziraldo Alves Pinto (Caratinga, 24 de outubro de 1932) é um cartunista, chargista,pintor, dramaturgo, caricaturista, escritor, cronista, desenhista, humorista, colunista e jornalista brasileiro. É o criador de personagens famosos, como o Menino Maluquinho, e é, atualmente, um dos mais conhecidos e aclamados escritores infantis do Brasil.
]Vida
Ziraldo Alves Pinto passou toda a infância em Caratinga. É irmão do também desenhista, cartunista, jornalista e escritor Zélio Alves Pinto e também de Ziralzi Alves Pinto, seu grande irmão. Estudou dois anos no Rio de Janeiro e voltou a Caratinga, tendo concluído o módulo científico (atual ensino médio). Formou-se emDireito pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1957. Seu talento no desenho já se manifestava desde essa época, tendo publicado um desenho no jornal Folha de Minas com apenas seis anos de idade.
Começou a trabalhar no Jornal Folha de Minas, de Belo Horizonte, em 1954, com uma coluna dedicada ao humor. Ganhou notoriedade nacional ao se estabelecer na revista O Cruzeiro em 1957 e posteriormente no Jornal do Brasil, em 1963. Seus personagens (entre eles Jeremias, o Bom; a Supermãe e o Mirinho) conquistaram os leitores.
Em 1960, lançou a primeira revista em quadrinhos brasileira feita por um só autor,Turma do Pererê, que também foi a primeira história em quadrinhos a cores totalmente produzida no Brasil. Embora tenha alcançado uma das maiores tiragens da época, Turma do Pererê foi cancelada em 1964, logo após o início do regime militar no Brasil. Nos anos 70, a Editora Abril relançou a revista, desta vez, porém, sem o sucesso inicial.

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Caricatura de Ziraldo.
Em 1969, Ziraldo recebeu o "Nobel" Internacional de Humor no 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas e também o prêmio Merghantealler, principal premiação da imprensa livre da América Latina.
Foi fundador e posteriormente diretor do periódico O Pasquim, tabloide de oposição aoregime militar, uma das prováveis razões de sua prisão, ocorrida um dia após a promulgação do AI-5.
Em 1980, lançou o livro "O Menino Maluquinho", seu maior sucesso editorial, o qual foi mais tarde adaptado na televisão e no cinema.
Incansável, Ziraldo ainda hoje colabora em diversas publicações, e está sempre envolvido em novas iniciativas. Uma das mais recentes foi a "Revista Bundas", uma publicação de humor sobre o cotidiano que faz uma brincadeira com a revista "Caras", esta, voltada para o dia a dia de festas e ostentação da elite brasileira. Ziraldo foi também o fundador da revista "A Palavra" em 1999.
Ilustrações de Ziraldo já figuraram em publicações internacionais como as revistas Private Eye da Inglaterra, Plexus da França e Mad, dos Estados Unidos.
Ziraldo é pai da cineasta Daniela Thomas e do compositor Antonio Pinto.
Desde o ano de 2000 participa da "Oficina do Texto", maior iniciativa de coautoria de livros do Mundo, Criada por Samuel Ferrari Lago então diretor do Portal Educacional, onde já ilustrou histórias que ganharam textos de alunos de escolas do Brasil todo, totalizando aproximadamente 1 milhão de diferentes obras editadas em coautoria com igual número de crianças.
[editar]Prêmios
Em 9 de dezembro de 2008, Ziraldo foi agraciado com o VI Prêmio Ibero-americano de Humor Gráfico Quevedos.[2]
O prêmio foi atribuído pela "qualidade e importância de sua obra", "seu compromisso social" e sua "difusão e grande repercussão internacional" e homenageia a trajetória profissional de cartunistas espanhóis e ibero-americanos cuja obra se destaque pelo significado social e artístico
[editar]Polêmicas
Em 5 de abril de 2008, Ziraldo — e mais vinte jornalistas que foram perseguidos durante os anos de chumbo — teve seu processo de anistia aprovado pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, e foi indenizado em mais de R$ 1 milhão, além de receber uma pensão vitalícia de R$ 4.375,88.[3] Ele e o cartunista Jaguar receberam as maiores indenizações.[4] À época, Ziraldo afirmou que "o Brasil lhe devia" tal indenização, declarando: "Eu quero que morra quem está me criticando. Porque é tudo cagão e não botou o dedo na seringa. Enquanto eu estava xingando o Figueiredo e fazendo charge contra todo mundo, eles estavam servindo à ditadura e tomando cafezinho com o Golbery. Então, qualquer crítica que se fizer em relação ao que está acontecendo conosco eu estou me lixando".[3] O episódio foi comentado por seu antigo colega Millôr Fernandes, que se negou a exigir indenização, questionando: "Quer dizer que aquilo não era ideologia, era investimento?".[5]
Em 31 de março de 2011, Ziraldo, seu irmão Zélio Alves Pinto e mais 9 pessoas foram condenados por improbidade administrativa na realização, em 2003, do primeiro Festival Internacional do Humor Gráfico das Cataratas do Iguaçu (Festhumor) e no “Fantur - Iguassu dê uma volta por aqui”, em ação movida em 2006 pelo Ministério Público Federal. A ação relata que o dinheiro público municipal e federal foi mal utilizado porque, segundo a sentença, para o primeiro Festhumor, houve contratações sem licitação e pagamentos em duplicidade, que corresponde a remuneração dupla pelo serviço prestado uma vez. O processo relata ainda desvio de verba no Fantur, que foi uma ação promovida pela Secretaria de Turismo de Foz do Iguaçu para levar jornalistas e cartunistas para cidade, com todas as despesas custeadas pela prefeitura. Além disso, Ziraldo registrou indevidamente a marca do festival em seu nome no Inpi, contrariando o edital (que previa a cessão perpétua do desenho), e caracterizando assim a intenção de utilizar a marca comercialmente. Em 24 de novembro de 2011, a pena de Ziraldo foi fixada em dois anos, dois meses e 20 dias de reclusão, além do pagamento de multa de R$ 87.360. O juiz substituiu a prisão por prestação de serviço à comunidade ou entidades públicas, e o pagamento de um salário mínimomensal pelo mesmo período da pena. Ziraldo e os demais réus podem recorrer da decisão.[6][7][8]
[editar]Curiosidades
§  Ziraldo foi um dos fundadores da Banda de Ipanema
§  No carnaval de 2003, foi tema da escola de samba paulistana Nenê de Vila Matilde e em 2012, será tema da Tradição.
§  Seu nome vem da combinação dos nomes de sua mãe, Zizinha com o de seu pai Geraldo: assim surgiu o Zi-raldo, um nome único.[9]
§  Ziraldo apresentou um programa de entrevistas de fim-de-noite antes de Jô Soares. Em 1982, dirigido por Maurício Sherman, Ziraldo comandava o programa Etc., na TV Bandeirantes, depois das 23h. Durou apenas um ano, mas fez história com a primeira longa entrevista de Dom Hélder Câmara sobre a ditadura.
§  Muitas vezes Ziraldo colabora com projetos sociais de cunho educacional e mesmo causas ambientais, como por exemplo a criação da logomarca da RPPN Rio das Lontras, uma Reserva Particular do Patrimônio Natural próxima a Florianópolis, Santa Catarina.
[Algumas obras e criações
§  Prêmio Galo de Ouro - troféu desenhado por Ziraldo para o Festival Internacional da Canção - 1966
§  Flicts
§  O Aspite
§  O Bichinho da Maçã
§  A Fábula das Três Cores
§  O Planeta Lilás
§  Vito Grandam
§  O Menino e seu Amigo
§  Jeremias, o Bom
§  Queremos Paz (em parceria com crianças de todo Brasil por meio do Portal Educacional)
§  O Menino Quadradinho
§  Almanaque Maluquinho - Esportes Radicais
§  Rolim
§  " Menina Nina"
LEITURA COTIDIANA SALA DE LEITURA
Breve historia de quase tudo
Aventura em Bagdá
Violência urbana
Berenice contra o maníaco janeloso
A última viagem do naviio fantasma
A princesa vampira
Pindorama a outra história do Brasil
História para não dormir
Dez contos de terror
O fantasma da Ópera
Deuses,heróis e monstros
Coração das trevas
O diabo se diverte
Guia mangá de Estatística
Diário de Julieta
Deus segundo Laerte
Chico no shopping
Cocorícó um amigo especial
Maluquinho por arte
Dicionario salamanca
Harry Potter e as relíquias da morte
Pai patrão e recanto
Deuses,heróis e monstros
Eragon

quarta-feira, 12 de setembro de 2012



RECOMENDAMOS OUÇA OSWALDO MONTENEGRO

Oswaldo Montenegro

Osvaldo Viveiros Montenegro – Compositor e cantor carioca, nascido aos 15 de março de 1956 no bairro do Grajau. Filho de músicos, acostumado com as serestas que aconteciam em sua casa, logo cedo teve contato com a música barroca.

Venceu um festival de música com apenas 13 anos. Fez seus primeiros shows aos 17 anos, tornando-se profissional e iniciando várias parcerias. Teve contato com a música erudita nos concertos do Teatro Nacional. Compôs algumas peças de teatro, em torno de 14 peças muicais.
 

Discografia:
Sem Mandamentos (1975) Som Livre Compacto simples
Trilhas (1977) Independente LP
Poeta maldito... Moleque vadio (1979) WEA LP, CD
Oswaldo Montenegro (1980) WEA LP, CD
Asa de Luz (1981) WEA LP
A Dança dos Signos (1983) Philips LP
Cristal. Trilha sonora da peça (1983) PolyGram LP
Brincando em cima daquilo (1984) LP
Drops de Hortelã. Oswaldo Montenegro e Glória Pires (1985) PolyGram LP
Os Menestréis (1986) Independente LP
Aldeia dos Ventos (1987) Independente LP
Oswaldo Montenegro ao vivo (1989) Som Livre LP, CD
Oswaldo Montenegro (1990) Som Livre CD
Vida de Artista (1991) Som Livre LP, CD
Mulungo (1992) Som Livre CD
Seu Francisco (1992) PolyGram CD
Aos filhos dos hippies (1995) Albatroz CD
O Vale Encantado (1997) Albatroz CD
Noturno (1997) Independente CD
Letras Brasileiras (1997) Albatroz CD Léo e Bia (1998) Albatroz CD
Aldeia dos Ventos. Arte em construção (1998) Albatroz CD
A Dança dos Signos 15 anos (1999) Independente CD
Letras Brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
A lista (1999) Independente CD
A lista. Trilha sonora do musical (1999) Independente CD
A lista (1999) Independente single
Letras brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
Escondido no tempo (1999) Panela Music CD
Telas. Só para colecionadores (2000) Independente CD
Entre uma balada e um blues (2001) Ouver Records CD
A lista (2001) Jam Music CD
Estrada nova (2002) Jam Music CD
Letras brasileiras II (2003) Albatroz CD
Aldeia dos ventos (2004) Jam Music CD
Ao vivo - 25 anos (2004) Warner CD e DVD
Léo e Bia 1973 (2005) Jam Music CD
A Partir de Agora (2006) Wea CD e DVD
Intimidade (2008) Som Livre CD e DVD
Quebra-cabeça Elétrico (2009)Universal CD e DVD
Canções de Amor (2010) CD
.
Frases e Pensamentos de Oswaldo Montenegro
A Lista

Faça uma lista de grandes amigos,
quem você mais via há dez anos atrás...
Quantos você ainda vê todo dia ?
Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha...
Quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre...
Quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece,
na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora...
Quantos mistérios que você sondava,
quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo,
era o melhor que havia em você?
Quantas mentiras você condenava,
quantas você teve que cometer ?
Quantas canções que você não cantava,
hoje assobia pra sobreviver ...
Quantos segredos que você guardava,
hoje são bobos ninguém quer saber ...
Quantas pessoas que você amava,
hoje acredita que amam você?
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E que a minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.


METADE

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
 
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...

Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
 
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
 
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
 
Mas a outra metade é um vulcão...

Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
 
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...

E que a minha loucura seja perdoada
 
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também.


Depressão,sintomas,ansiedade.......leia é importante para sua saúde e não devemos brincar com nossa saúde e sim cuidar.

Quando alguém está doente ou quando acontece um acidente, a primeira coisa que deve se perguntar é: O que esta isto quer me dizer?
Somos nós quem atraimos as situações boas ou más para nossas vidas pelos nossos pensamentos oriundos do nosso emocional ou da própria defesa que criamos por medos, insegurança ou até por poder.
Quem não teve oportunidade de ver uma criança fazer uma febre quando seus pais viajaram e repentinamente melhoram quando eles voltaram?
Existem estudos que associam o conteúdo psicológico a vários tipos de doenças e incidentes, demonstrando que, quando não trabalhamos adequadamente nosso psique, temos que aprender de outra maneira e muitas vezes pela dor, pois poucos seres humanos estão preparados para aprender as lições da vida pelo amor.
Nem todos se deram conta da necessidade de se auto-analisar, por ser uma manifestação do inconsciente e muitas vezes, de difícil aceitação, pois até as pessoas mais esclarecidas, que já tem o conhecimento desta manifestação, tende a negar em vez de vivenciar para superar os desafios.
Esse tipo de abordagem pode até substituir os remédios se a pessoa conseguir “dissolver” a energia estagnada, quando se dará conta que uma emoção lhe domina, que pode liberar o sentimento e ficar livre de uma doença no corpo físico, de preferência com a ajuda de um profissional da área
Para Saúde Integral, toda doença tem um fundo psicológico e se este não for tratado, ainda que haja uma aparente melhora, pode ter reincidência. Então é preciso estar atento às “dores emocionais”, as tristezas, desejos e expectativas da vida.
Abaixo dicas da relação da emoção com o corpo físico:
AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada, pessoa que fala muito, ofende ou se tranca, não fala.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo. Pessoas que criticam a si ou que criticam o outro.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido. Necessidade de ser amado.
Bexiga – Pressão, apego
Boca – Disposição para receber
BRONQUITE: Ambiente família inflamado, gritos,  discussões.
Cabelos – Liberdade, poder
Coração – Capacidade de amar, emoção
Costas – Correção
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo, ressentimento.
Coluna: Medo da vida
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda, viver do passado.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização, controle.
Dentes – Agressividade, vitalidade
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
Estômago – capacidade de absorção da vida, pensou que seria tudo diferente
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer, culpa.
Fígado – Avaliação, filosofia, religião, raiva, ressentimentos.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
Gengivas – Desconfiança. Falta de dinheiro
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
Intestino delgado – Elaboração, análise.
Intestino grosso – Inconsciente, ambição, indigestão com a vida.
INSONIA: Medo, culpa.
Joelhos – falta de humildade
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior, falta de apoio.
Mãos – Entendimento, capacidade de ação, não consegue “agarrar”.
Membros – Movimentos, flexibilidade, atividade
Músculos – Mobilidade, flexibilidade, atividade
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
Nariz – Poder, orgulho, sexualidade
Olhos – falta de discernimento. Não quer ver a realidade.
Ouvidos – Obediência. Não quer escutar alguém.
Órgãos genitais – Sexualidade
Ossos – Firmeza, cumprimento das normas, frustração por não fazer na vida o que gostaria.
PELE (acne): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida, desamor.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente. Agarra-se ao que é velho.
PULMÕES: Medo de absorver a vida, desilusão.
Pele – Delimitação, normas, contato, carinho, rejeição.
Pênis – Poder, sexualidade ameaçada ou reprimida.
Pés – Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade. Medo de caminhar na vida.
Pescoço – Medo, rigidez.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas. Querendo por “algo “ para fora.
REUMATISMO: Sentir-se vítima, crítica, falta de amor, amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional, culpa, crença em perseguição.
Rins – Medos, discernimento, eliminação.
Sangue – Força vital, vitalidade
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE: Humilhação, comunica-se mal.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
Unhas – Agressividade
Vagina – Entrega
VARIZES: Desencorajamento, sentir-se sobrecarregado.
Vesícula biliar – Agressividade, raiva.
Este texto foi baseado em vários livros entre eles: “A Doença Como Caminho”, de Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke – Editora Cultrix
Suzete é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro: Cuide de S



Volume e tempo de exposição determinam risco da utilização destes ap
aparelhos. Com moderação não há danos para os ouvidos.
Ouvir música é um hábito que causa prazer para a maioria das pessoas. A música relaxa, diverte e distrai em meio a tantas situações estressantes do dia a dia e por isso muitas pessoas usam – e abusam – dos aparelhos portáteis com fones de ouvido. “Não existe hora nem lugar. Na rua, no ônibus, nos parques, na academia, no trabalho, onde tiver uma brecha o fone de ouvido está presente. O que preocupa são os riscos que ele representa a saúde”, destaca a otorrinolaringologista Rita de Cássia Cassou Guimarães.
A perda auditiva, zumbido e a dificuldade de compreender o que está sendo falado em uma conversa são as consequências mais perigosas do uso excessivo dos fones de ouvido. O volume do som e o tempo de utilização são os principais fatores que estão relacionados aos problemas auditivos. “A longo prazo, o hábito causa danos irreversíveis aos ouvidos. Além disso, os fones criam uma espécie de isolamento acústico, que não permite o usuário ouvir os sons a sua volta, aumentando os riscos de acidentes devido a falta de atenção.”
Independente do modelo, seja o de inserção – que são colocados dentro da orelha – ou o de concha, o abuso na utilização dos fones prejudica a audição de forma lenta e progressiva. “O indivíduo vai perdendo a capacidade de ouvir aos poucos, sem perceber, o que dificulta o diagnóstico. Como os sintomas diretamente ligados a audição surgem apenas quando o problema já está avançado, o tratamento não consegue reverter os danos. Dores de cabeça, insônia e até aumento da pressão podem sinalizar que o corpo está em uma situação de estresse causada pelo excesso de ruído.”
A médica  esclarece que os riscos de perda auditiva são diferentes para cada pessoa. “Alguns indivíduos possuem ouvidos mais resistentes e conseguem ouvir música por longos períodos sem prejudicar a audição. Enquanto outros são mais sensíveis e mesmo seguindo as orientações de uso correto dos fones de ouvido podem sofrer danos. Como não há como saber quais pessoas são mais sensíveis ou mais fortes, a recomendação é usar o fone com moderação.”
Para ouvir música com fones de ouvido sem causar danos à audição o recomendado é jamais colocar no volume máximo e ficar poucas horas com o fone de ouvido. “É fundamental ter bom senso. O ideal é ir até no máximo 60% da capacidade de volume do aparelho por no máximo 1 hora de tempo de exposição, seguido de um período de repouso acústico, não utilizar os fones em locais barulhentos, como ônibus ou ruas movimentadas. Nesses ambientes a tendência é aumentar o volume para que o som possa competir com o barulho externo. Outra recomendação é não utilizar o fone apenas de um lado, pois pode causar perda assimétrica da audição”, alerta.
A especialista enfatiza que o volume dos fones de inserção é mais alto do que os de concha, pois eles ficam mais próximos do canal do ouvido.
Testes simples podem ajudar a controlar corretamente o volume dos aparelhos. Se o som estiver muito alto, o indivíduo não consegue conversar com as pessoas que estão presentes no mesmo ambiente. “Outra dica é desligar o aparelho quando estiver na rua, no volume usado costumeiramente, e ao chegar em casa, ambiente considerado mais silencioso, o usuário deve ligá-lo novamente. Se o volume for incômodo aos ouvidos é sinal que o som estava alto demais. Ao perceber qualquer alteração auditiva deve-se procurar um especialista imediatamente”, acrescenta.