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segunda-feira, 7 de março de 2016

História da Bélgica

A história da Bélgica remonta antes da origem do moderno Estado com esse nome em 1830. A história da Bélgica confunde-se com a de seus vizinhos: Holanda, Alemanha,França e Luxemburgo. Durante a maior parte de sua história, o que corresponde atualmente a Bélgica ou foi parte de um território maior, como o Império Carolíngio, ou foi dividido em vários estados menores proeminentes, entre os quais o Ducado de Brabante, o Condado da Flandres, o Principado-Bispado de Liège e Luxemburgo. Devido à sua localização estratégica e os muitos exércitos que lutaram em seu território, a Bélgica desde a Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) é frequentemente chamada de "campo de batalha da Europa" ou a "cabine da Europa".[1] É também notável como uma nação europeia, que contém, e está dividida por uma fronteira linguística entre o francês derivado do latim e o holandês germânico.No tempo de César, os belgas formavam na Gália do Norte uma confederação que os romanos submeteram definitivamente entre os anos 59 e 52 a.C., estendendo as fronteiras do Império Romano até as margens do Reno. O território recebeu o nome de Belgae, um dos povos da antiga Gália. A Gália Belga abrangia a atual Bélgica, o norte da França, Holanda e parte daSuíça, tendo importante papel estratégico e econômico na Roma imperial.
Devido a sua situação fronteiriça, a Bélgica foi cedo afetada pelas invasões bárbaras. No século V os francos ocuparam o norte do país, enquanto no sul os romanos continuaram predominando, dando origem aos atuais valões. Durante o período carolíngio a Bélgica foi repartida em condados. Os francos atingiram o maior poderio durante o reinado de Carlos Magno (768-814). No século IX, os tratados de Verdun (843), Meerssen e Ribemont dividiram o país em dois: a região a oeste do Escalda coube à França ocidental (futura França); a outra à França mediana (futura Lotaríngia, reanexada ao reino da Germânia em 925). Essa divisão, tendo o Escaut como fronteira, constitui a origem remota da atual divisão lingüística.
Encravados entre o reino francês e o império alemão, os territórios que hoje formam a Bélgica e os Países Baixos foram objeto de disputas constantes ao longo da Idade Média. Quando o feudalismo triunfou, constituíram-se os condados de Flandres e de Hainaut e o ducado de Brabante. Principalmente em Flandres, surgiram cidades mercantis livres. A história da Bélgica confunde-se, desde então, com a dos Países Baixos. No final desse período o país viveu um notável florescimento comercial (tecelagens flamengas) e também um desenvolvimento da vida urbana e das formas econômicas capitalistas que o transformaram em uma das regiões mais prósperas e povoadas da Europa. Filipe de Borgonha libertou o país da vassalagem ao rei da França no final do século XIV. No século XV tudo o que é hoje a Bélgica tornou-se parte do ducado de Borgonha.

Domínio espanhol

A atual Bélgica conheceu seu maior esplendor sob os duques de Borgonha (séculos XIV-XV) e especialmente sob Filipe, o Bom. Em1477, o casamento de Maria de Borgonha com o arquiduque e futuro imperador alemão Maximiliano I fez passar os Países Baixos (que incluíam a Bélgica) ao império Habsburgo, que foi posteriormente absorvido pelo império espanhol, e passou, em 1713, para a Áustria.Carlos, o neto de Maximiliano e filho de Filipe, o Belo e de Joana, a Louca, filha dos Reis Católicos, herdou os Países Baixos em 1506 e subiu ao trono da Espanha dez anos mais tarde com o título de Carlos I. Posteriormente, foi eleito imperador do Sacro Império Romano-Germânico com o nome de Carlos V. Em 1528, herdou os territórios do ducado. Em 1549, decretou que os Países Baixos se unissem formalmente a seus domínios espanhóis. Seu filho, Filipe II, tentou suprimir o protestantismo e estabelecer maior controle comercial nos Países Baixos. A intolerância de Filipe II e os excessos do duque de Alba tiveram como conseqüência a revolta das sete províncias do norte, que viriam a formar os Países Baixos, lideradas por uma burguesia em sua maior parte calvinista. Após longas e custosas lutas, as sete províncias do Norte conseguiram, finalmente, a independência, com o nome de Províncias Unidas (1579). As províncias do sul, tanto as de língua francesa quanto as flamengas, ficaram sob o poder da coroa espanhola, devido ao fato de serem majoritariamente católicase por causa da importância política que ainda tinha a nobreza. Filipe II tentou reconquistar o norte sem sucesso.

Filipe II, em quadro dos pintoresCoello e Pantoja.
A decadência econômica da Flandres espanhola foi paralela à da monarquia hispânica. A primazia comercial, que na Idade A.C. pertencera a Bruges, passou no século XVI para Antuérpia. Não obstante, a intolerância ideológica, as vicissitudes da guerra e a desacertada política econômica de Filipe II, fizeram de Amsterdã, capital das Províncias Unidas, o centro econômico da Europa.
Em 1609, Filipe III assinou uma trégua de 12 anos, mas perto do fim, explodiu a guerra dos Trinta Anos (1618-1648). Em 1635, forças da Holanda e da França uniram-se para dividir os Países Baixos espanhóis. Uma série de vitórias franco-holandesas forçaram o monarca espanhol a firmar uma paz separada com a Holanda em 1648. O sul (atuais Bélgica e Luxemburgo), permaneceu sob domínio espanhol. Luís XIV não quis abandonar suas pretensões para com os Países Baixos holandeses; o Tratado dos Pireneus de 1659 concedeu-lhe áreas fronteiriças e depois ele mesmo ocupou várias cidades.
nome: elias santana

História da África

A História da África é conhecida no Ocidente por escritos que datam da Antiguidade Clássica. O homempassou a estar presente na África durante os primeiros anos da era quaternária ou os últimos anos da eraterciária. A maioria dos restos de hominídeos fósseis que os arqueólogos encontraram, australopitecos, atlantropos, homens de Neandertal e de Cro-Magnon, em lugares diferenciados da África é a demonstração de que essa parte do mundo é importante no processo evolutivo da espécie humana e indica, até, a possível busca das origens do homem nesse continente. As semelhanças comparáveis da história da arte que vai entre o paleolítico e o neolítico são iguais às das demais áreas dos continenteseuropeu e asiático, com diferenças focadas em regiões então desenvolvidas. A maioria das zonas do interior do continente, meio postas em isolamento, em contraposição ao litoral, ficaram permanentes em estágios do período paleolítico, apesar da neolitização ter sido processada no início em 10.000 a.C., com uma diversidade de graus acelerados.[1]
O Norte da África é a região mais antiga do mundo. A civilização egípcia floresceu e inter-relacionou-se com as demais áreas culturais do mundo mediterrâneo, motivos pelas quais essa região foi estreitamente vinculada, há milhares de séculos, depois que a civilização ocidental foi geralmente desenvolvida. As colônias pertencentes à Fenícia, Cartago, a romanização, os vândalos aí fixados e o Império Bizantinoinfluente são os fatores pelos quais foi deixada no litoral mediterrâneo da África uma essência da cultura que posteriormente os árabes assimilaram e modificaram. Na civilização árabe foi encontrado um campo de importância em que foi expandido e consolidada a cultura muçulmana no Norte da África. O islamismo foi estendido pelo Sudão, pelo Saara e pelo litoral leste. Nessa região, o islamismo é a religião pela qual foram sendo seguidas as rotas de comércio do interior da África (escravos, ouro, penas de avestruz) e estabelecidos encraves marítimos (especiarias, seda) no Oceano Índico.[2] Simultaneamente, na África negra foram conhecidos vários impérios e estados que aí floresceram. Estes impérios e estados nasceram de grandes clãs e tribos submetidos a um só soberano poderoso com características próprias do feudalismo e da guerra. Entre esses impérios de maior importância figuram o de Aksum, na Etiópia, que teve sua chegada ao apogeu no século XIII; o de Gana, que desenvolveu-se do século V ao século XI e os estados muçulmanos que o sucederam foram o de Mali (do século XIII ao século XV) e o de Songhai (do século XV ao século XVI); o reino Abomey do Benim (século XVII); e a confederação zulu do sudeste africano (século XIX).[3] [4]
Durante o século XV os exploradores vindos da Europa chegaram primeiramente no litoral da África Ocidental. O estímulo dado à essa exploração foi uma forma de buscar novos caminhos para as Índias, após o comércio ser fechado por parte dos turcos no leste do Mar Mediterrâneo. Os colonizadores de Portugal, da Espanha, da França, daInglaterra e dos Países Baixos foram os competidores do novo caminho a fim de ser dominado por meio de feitorias no litoral e portos de embarque para comercializar os escravos. Concomitantemente, foram realizadas as primeiras viagens científicas que adentraram o interior do continente: Charles-Jacques Poncet na Abissínia, em 1700; James Bruce em 1770, procurando o local onde nasce o Nilo; Friedrich Konrad Hornermann viajando no deserto da Líbia sobre a garupa de um camelo, em 1798; Henry Morton Stanley e David Livingstone na bacia do Congo, em 1879.[5] [6] [7] A partir do século XIX, as potências europeias interessadas política e economicamente representavam estímulo para que o interior da África seja penetrado e colonizado. As potências europeias desejavam a criação de impérios que fossem estendidos de litoral a litoral, mas isso fez com que o Reino Unido (pelo qual foi conseguida a ocupação de uma faixa de norte a sul, do Egito à África do Sul, além de demais zonas colonizadas no golfo da Guiné), a França(que estabeleceu-se no noroeste da África, em parte do equador africano e em Madagascar) e, em quantidade pequena, Portugal (Angola, Moçambique, Guiné e uma diversidade de ilhas estratégicas), Alemanha (Togo, Tanganica e Camarões), Bélgica (Congo Belga), Itália (Líbia, Etiópia e Somália) e Espanha (parte do Marrocos, Saara Ocidental e encraves na Guiné) brigassem entre si. A partilha da África foi formalmente consumada na Conferência de Berlim de 1884-1885, na qual firmou-se o princípio da ocupação efetiva como forma de legitimar as colônias empossadas.
Devido ao regime colonialista estabelecido no continente, foram destruídas e modificadas as estruturas sociais, econômicas, políticas e religiosas da maioria do território daÁfrica negra. As colônias que proclamaram sua independência, processo emancipatório que iniciou-se após a Segunda Guerra Mundial e concluiu-se principalmente de 1960 até 1975, estiveram sob ameaça da gravidade de problemas de integração nacional, que resultaram das fronteiras arbitrárias como legado do sistema colonialista, além dapobreza (o rápido crescimento da população africana é mais elevado do que o número de alimentos produzidos). Como dependem econômica e politicamente das antigas metrópoles, a ineficiência da administração, as tribos e as ideologias conflitantes entre si, todos esses fatores agravantes fizeram com que a população das cidades crescesse. Estas são as principais barreiras que impedem que os novos países desenvolvam-se. Os governos desses países, majoritariamente com características de forças armadas ou de presidencialismo, têm tendência à adoção de políticas de socialização que garantem a libertação dos países das potências estrangeiras. A cooperação coletiva para a solução desses problemas deu origem a uma diversidade de organizações supranacionais que baseiam-se na ideia do pan-africanismo, ou a totalidade dos povos africanos unidos no entorno dos interesses comuns; a de maior importância é a Organização da Unidade Africana (OUA).[10] [11]
A discussão deste artigo em linhas gerais é uma referência à história da África. Para uma história específica dos países em que é dividido o continente, veja os verbetes sobre cada um deles ou também os verbetes secundários sobre a história de cada nação. Sobre o papel que a África exerce na atualidade, veja os verbetes Movimento Não Alinhado,Segunda Guerra Mundial e História do mundo.
nome:  elias santana


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

MAFIA LOVATO

 Mafia Lovato é um grupo do facebook dedicado a Demi Lovato organiza causas sociais e vários projetos de auto-ajuda.
 um grupo que na maioria das vezes é bem unido,e q muitos consideram uma familía.Atualmente Mafia lovato tem uma parceria com a fan place,são 5 camisetas personalizadas com o nome do grupo
Camiseta Mafia Lovato - flowers Camiseta Mafia Lovato - 92 Camiseta Mafia Lovato - Magazine
Camiseta Mafia Lovato - Don't forget Camiseta Mafia Lovato - Kings & Queens
 http://www.fanplace.com.br/pagina/5d42c/mafia-lovato
o grupo também é dedicado aos lovatics(fans da cantora Demi Lovato) e aos admiradores da cantora.


-naiara

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Antimatéria

Antimatéria

Antimatéria na física de partículas e na química quântica, é a extensão do conceito de antipartícula da matéria, por meio de que a antimatéria é composta de antipartículas da mesma maneira que matéria normal está composta das partículas.
Por exemplo, antielétrons (pósitrons, elétrons com carga positiva), antiprótons (prótons com carga negativa) e antinêutrons (com carga nula como os nêutrons) poderiam dar forma a antiátomos da mesma maneira que elétrons, prótons e nêutrons dão forma a átomos normais da matéria.
Além disso, a mistura da matéria e da antimatéria conduziria ao aniquilamento de ambos, da mesma maneira que a mistura das antipartículas e das partículas, criando assim fótons de grande energia (raios gama) e outros pares de partículas e antipartículas. As partículas que resultam do aniquilamento matéria–antimatéria são dotadas de energia igual à diferença entre a massa de repouso dos produtos do aniquilamento e a massa de repouso do par original da matéria-antimatéria, que é sempre grande (ver: aniquilação pósitron-elétron).

Introdução[editar | editar código-fonte]

Em 1928, o físico teórico britânico Paul Dirac elaborou uma equação que leva seu nome. Esta equação tornou possível antever a existência dos pósitrons e, portanto, a existência da antimatéria.
Há uma especulação considerável na ciência e na ficção científica a respeito de por que o universo observado parece ser constituído inteiramente de matéria. Especula-se a respeito de outros lugares possivelmente constituídos apenas por antimatéria. Atualmente, a assimetria aparente entre matéria e antimatéria é um dos maiores problemas sem solução da física. Os possíveis processos pelo que ocorreu são explorados mais detalhadamente na bariogênese.
Em 1995, foram produzidos antiátomos de anti-hidrogênio, assim como núcleos de anti-deutério, criados a partir de um antipróton e um antinêutron. Porém, não houve sucesso na obtenção de antimatéria de maior complexidade.
A antimatéria cria-se no universo como resultado da colisão entre partículas de alta energia, como ocorre no centro das galáxias, entretanto, não se tem detectado nenhum tipo de antimatéria como resíduo do Big Bang, coisa que ocorre com a matéria normal. A desigual distribuição entre a matéria e a antimatéria no universo tem sido, durante muito tempo, um mistério. A solução mais provável reside em certa assimetria nas propriedades dos mésons-B e suas antipartículas, os antimésons-B [1].
Os pósitrons e os antiprótons podem ser armazenados num dispositivo denominado "armadilha" (Penning trap, em inglês), que usa uma combinação de campos magnéticose elétricos. Para a criação de armadilhas que retenham átomos completos de anti-hidrogênio foram empregados campos magnéticos muito intensos, assim como temperaturasmuito baixas. As primeiras destas armadilhas foram desenvolvidas pelos projetos ATRAP e ATHENA.
Foguete de antimatéria: astronaveque, teoricamente, utilizaria antimatéria como combustível.
O símbolo que se usa para descrever uma antipartícula é o mesmo símbolo da partícula normal, porém com um traço sobre o símbolo. Por exemplo, o antiproton é simbolizado como:
(\bar{\mbox{p}}).
As reações entre matéria e antimatéria tem aplicações práticas na medicina como, por exemplo, na tomografia por emissão de pósitrons (PET).
As colisões entre matéria e antimatéria convertem toda a massa possível das partículas em energia. Esta quantidade é muito maior que a energia química ou mesmo a energia nuclear que se podem obter atualmente através de reações químicas, fissão ou mesmo fusão nuclear. A reação de 1 kg de antimatéria com 1 kg de matéria produziria 1.8×1017 J de energia (segundo a equação E=mc²). Em contraste, queimar 1 kg de petróleo produziria 4.2×107 J, e a fusão nuclear de 1 kg de hidrogênio produziria 2.6×1015 J.
A escassez de antimatéria significa que não existe uma disponibilidade imediata para ser usada como combustível. Gerar somente um antipróton é imensamente difícil e requer aceleradores de partículas, assim como imensas quantidades de energia (muito maior do que a obtida pelo aniquilamento do antipróton), devido a ineficiência do processo. Os métodos conhecidos para produzir antimatéria também produzem uma quantidade igual de matéria normal, de forma que o limite teórico do processo é a metade da energia administrada se converter em antimatéria. Inversamente, quando a antimatéria é aniquilada com a matéria ordinária, a energia emitida é o dobro da massa de antimatéria, de forma que o armazenamento de energia na forma de antimatéria poderia apresentar (emteoria) uma eficiência de 100%.
Na atualidade, a produção de antimatéria é muito limitada, porém tem aumentado em progressão geométrica desde o descobrimento do primeiro antipróton em 1995. A taxa atual de produção de antimatéria é entre 1 e 10 nanogramas por ano, esperando-se um incremento substancial com as novas instalações do CERN e da Fermilab.
Considerando as partículas mais elementares que se conhecem atualmente: Lépton (Elétron, Elétron-neutrino, Múon, múon-neutrino, Tau e Tau-neutrino), Quarks (Up, Down, Charm, Strange, Top e Bottom) e Bósons (Fótons, Glúons, Bósons vetoriais mediadores e grávitons), podemos dizer que para cada uma delas, existe uma antipartícula, com massa igual porém com carga elétrica e momento magnético inverso. Elas dão origem ao antielétron (chamado também de pósitron), ao antipróton e ao antinêutron - a antimatéria, portanto.

A teoria[editar | editar código-fonte]

A teoria mais aceita para a origem do universo é a do Big Bang que diz que tudo se iniciou numa grande expansão. Nos primeiros instantes o universo não era constituído por matéria, mas sim por energia sob forma de radiação. O universo então passou a expandir-se e, consequentemente, a arrefecer. Pares de partícula-antipartícula eram criados e aniquilados em grande quantidade. Com a queda de temperatura a matéria pôde começar a formar hádrons, assim como a antimatéria a formar antihádrons, pois matéria e antimatéria foram geradas em quantidades iguais. Atualmente, no entanto, parece que vivemos em um universo onde só há matéria.
Na esquerda: Partículas (elétron, próton, nêutron).
Na direita: Antipartículas (pósitron, antipróton, antinêutron).
Na realidade, já é estranho que o universo exista[carece de fontes], pois, quando a matéria e a antimatéria se encontram, o processo inverso da criação ocorre, ou seja, elas anulam-se gerando apenas energia nesse processo. Seria altamente provável[carece de fontes], portanto, que logo após terem sido criadas, partículas e antipartículas se anulassem, impedindo que corpos mais complexos como hádrons, átomos, moléculas, minerais e seres vivos pudessem formar-se[carece de fontes]. Acredita-se[carece de fontes] que esse processo de geração e aniquilação realmente ocorreu para quase toda a matéria criada durante o início da expansão do universo, mas o simples fato de existirmos indica que ao menos uma pequena fração de matéria escapou a esse extermínio precoce[carece de fontes].
É possível que algum processo, de origem desconhecida, tenha provocado uma separação entre a matéria e a antimatéria. Neste caso existiriam regiões do universo em que a antimatéria e não a matéria seria mais abundante[carece de fontes]. Planejam-se algumas experiências no espaço para procurar essas regiões. No entanto, como até hoje não se conhece um processo capaz de gerar tal separação[carece de fontes], a maioria dos cientistas não acredita nessa hipótese[carece de fontes].
Por outro lado, existe a possibilidade de que a natureza trate de forma ligeiramente diferente a matéria e a antimatéria. Se isto for verdade, seria possível que uma pequena fração da matéria inicialmente gerada tenha sobrevivido e formado o universo conhecido hoje. Há resultados experimentais e teóricos que apontam nesta direção.[carece de fontes]

Bienal do Livro de SP ganha data para 2016 e terá mais de 200 autores

A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo já tem data para acontecer. A Câmara Brasileira do Livro divulgou nesta terça-feira (25) que o evento acontecerá entre os dias 26 de agosto e 4 de setembro de 2016 no Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi.
Ainda não há nomes anunciados, mas já se sabe que serão 186 autores nacionais e 22 escritores internacionais em um evento para 720 mil pessoas. No total, 70 países estarão representados, entre eles França, Índia, China, Alemanha, Suíça, Canadá, Japão e Angola.
Segundo a organização, haverá 1.500 horas de programação com 300 expositores, sendo 750 selos, e mais de 400 atrações em nove espaços culturais.
A edição de 2014 recebeu 720 mil visitantes em dez dias, enquanto em 2012, o evento atingiu o recorde de 750 mil e durou 11 dias.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

ALIMENTOS QUE COMBATEM O COLESTEROL RUIM

O colesterol é um lipídeo insolúvel, que, quando em excesso, é responsável por algumas doenças cardiovasculares. Esse lipídeo exerce funções importantes em nosso organismo, como fabricação de vitamina D, produção de hormônios sexuais e participação no crescimento e regeneração celular. “Não podemos viver sem o colesterol", explica Raul D. Santos, cardiologista do Centro de Medicina Preventiva do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e professor livre-docente da Faculdade de Medicina da UPS.
Existem dois tipos de colesterol: o colesterol bom e o colesterol ruim.
O colesterol bom também chamado de HDL (lipoproteínas de alta densidade -High-Density Lipoproteins)é bom para o organismo e o protege, pois recolhe todo o colesterol ruim depositado nos vasos sanguíneos, para depois ser eliminado pelo fígado.
O colesterol ruim, também chamado de LDL (lipoproteínas de baixa densidade -Low-Density Lipoproteins), deposita-se nas paredes das artérias, deixando-as mais estreitas, o que dificulta a passagem do sangue e pode levar ao entupimento da artéria. O colesterol está associado ao excesso de peso, má alimentação, diabetes, pressão alta e tabagismo.
Segundo o professor Raul, a genética é o fator determinante para a presença de colesterol em excesso. Uma pessoa pode ter uma dieta rica em gorduras e seu nível de LDL ser baixo, pois o fígado consegue eliminar o excesso de colesterol de forma correta. Já pessoas que apresentam uma dieta balanceada podem ter o nível de LDL alto, porque o fígado não consegue excretar bem as gorduras. Por esse motivo é errado dizer que somente pessoas obesas têm colesterol alto.
Tanto o HDL, quanto o LDL fazem parte de nosso organismo, sendo que 70% do bom colesterol é sintetizado, enquanto que 30% é adquirido na alimentação. Há alimentos que além de combaterem o colesterol ruim, ainda aumentam o nível do bom colesterol no sangue, sendo aliados das pessoas que sofrem com o excesso de LDL.
O consumo de fibras solúveis encontradas no farelo de aveia, feijões, ervilhas, frutas cítricas e maçãs reduz o nível de LDL no sangue.
Morango e cereja combatem os radicais livres, o que faz com que o sistema cardiovascular funcione melhor.
O consumo de uva vermelha, maçã e brócolis auxilia no aumento do bom colesterol por conter grande quantidade de quercetina, um flavonoide muito encontrado no reino vegetal, com atividade antioxidante e de remoção dos radicais livres.
Frutas de cor roxa e vermelha possuem antocianinas, substância com ação antioxidante e com importante contribuição para o sistema circulatório.
A berinjela, por possuir alto teor de fibras, ajuda na diminuição das gorduras que circulam pelo sague. É rica em flavonoides e antioxidantes, substâncias que dificultam a formação de placas de gorduras nas paredes das artérias.
O azeite e o abacate possuem gordura monoinsaturada, muito benéfica para o coração, além de aumentar o nível de colesterol bom e diminuir o nível de colesterol ruim.
Sardinha, salmão e atum são alimentos ricos em ômega -3, o que inibe a formação de plaquetas e a coagulação sanguínea, prevenindo doenças cardiovasculares. Além disso, seu consumo possibilita o controle do colesterol e dos triglicérides.
A melhor forma de combater o colesterol ruim é manter o bom senso na hora das refeições, evitar o consumo de gorduras saturadas e gorduras trans, preferir óleos vegetais para cozinhar e evitar o consumo de carnes vermelhas, principalmente as carnes gordurosas.


Samuel de melo

Acabe com as espinhas seguindo o cardápio da pele lisa

A famosa frase "somos aquilo que comemos" tem seu fundo de verdade. E isso se aplica também à elasticidade e textura da pele. Nos últimos anos, descobertas científicas a esse respeito aliviaram a culpa do chocolate e acrescentaram o leite e os carboidratos refinados na lista dos inimigos da beleza facial. Agora, os dermatologistas e nutricionistas se mostram preocupados com mais uma ameaça: o excesso de ômega 6.

Considerada uma gordura do bem (da família das poli-insaturadas), esse ácido graxo é importante para reforçar as defesas do organismo. Mas, para promover esse benefício, precisa estar em equilíbrio com o ômega 3. Não é o que está acontecendo! Presente em boa parte dos produtos industrializados (óleos vegetais, salgadinhos, comidas semiprontas), o ômega 6 domina a dieta do brasileiro. "O consumo chega a ser até 20 vezes maior do que deveria", diz Fernanda Sanchez, dermatologista do Rio de Janeiro. Resultado: inflamação nos órgãos, células e glândulas, inclusive as sebáceas. "Elas passam a produzir mais sebo e provocar acne", explica Sheila Mustafá, nutricionista e esteticista de São Paulo. O exagero de ômega 6 interfere ainda na capacidade de o organismo usar o ômega 3, famoso por sua ação anti-inflamatória. E isso, mais uma vez, abre caminho para as espinhas. A solução é pegar leve nos alimentos muito industrializados e aumentar as fontes de ômega 3 (peixes de água fria, grãos e sementes).

Vitamina A e zinco também têm a ver com acne. Mas, aqui, o problema é a falta dessas substâncias. "Comer mais verduras, legumes e frutas ajuda a melhorar a pele", afirma Sineida Ferreira, dermatologista do Rio de Janeiro. Agora veja em que alimentos você deve investir para ter uma pele de pêssego.
Acabe com as espinhas seguindo o cardápio da pele lisa
Troque o arroz branco pelo integral
Foto: Getty Images

Aveia, arroz, pão e massa integrais

· Por ter mais fibras que as versões refinadas, eles estimulam o bom funcionamento do intestino - importante para a eliminação de toxinas e uma pele bonita. Eles também evitam picos de açúcar no sangue e a produção de insulina - hormônio que, em excesso, provoca inflamação nas células e, consequentemente, acne. A aveia tem outra vantagem: é rica em zinco. Esse mineral dificulta a formação de sebo e atua na renovação celular.

· Quanto consumir: 2 col./sopa de aveia ou 2 fatias de pão integral no café da manhã e 3 col./sopa de arroz integral ou 1 pegador de macarrão integral nas refeições principais.

Peixes de água fria (atum, arenque, salmão, sardinha, bacalhau)

· Ricos em ômega 3, são alimentos que ajudam a controlar o açúcar no sangue e, com isso, evitar a produção descontrolada de insulina - hormônio que também tem a má fama de fazer o organismo estocar gordura. O ácido graxo ômega 3 (considerado uma gordura do bem) faz mais pela textura da pele: reduz as substâncias inflamatórias que estimulam a produção de sebo.

· Quanto consumir: salmão (100 gramas, 1 a 2 vezes por semana), sardinha (100 gramas, 2 vezes por semana).

Cenoura, abóbora e manga

· Frutas e legumes alaranjados são as principais fontes de vitamina A - essencial para reduzir a formação de sebo e manter a pele lisa e saudável. Esse nutriente também é encontrado em algumas verduras (espinafre, brócolis).

· Quanto consumir: 1 porção em uma das refeições, pelo menos 4 vezes por semana.

Abacate e açaí

· Essa dupla previne acne e rugas precoces. No caso do abacate, o mérito é do ácido oleico, e do açaí, as antocianinas - substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias.

· Quanto consumir: 4 col./sopa de abacate (sem açúcar), 2 vezes por semana, e 1 tigela de açaí, 1 vez por semana (bata 1 polpa de açaí com 1 banana-nanica pequena e 1 col./chá de uva-passa).
Acabe com as espinhas seguindo o cardápio da pele lisa
Acrescente linhaça à alimentação!
Foto: Getty Images

Sementes de linhaça, abóbora e chia

· Elas também contam com boas doses de ômega 3 e fibras, evitando picos de açúcar e o excesso de insulina. A semente de abóbora ainda é fonte de zinco.

· Quanto consumir: 2 col./sopa de semente de linhaça, abóbora ou chia todos os dias no café da manhã ou no lanche da tarde, no iogurte ou na fruta. Ou faça um rodízio entre elas. Mais 1 col./chá de óleo de linhaça, diariamente, na salada.

Brócolis, couve, agrião e repolho

· As hortaliças do grupo das brássicas fornecem fibras e minerais (enxofre, magnésio e zinco), que desintoxicam o organismo. Com isso, deixam a pele mais bonita. Em excesso, as impurezas favorecem processos inflamatórios que podem deixar marcas no rosto.

· Quanto consumir: 1 prato de sobremesa (varie os vegetais), em pelo menos uma das refeições, todos os dias. Mais um copo de suco de clorofila, 3 vezes por semana (bata 100 ml de água de coco + 1 punhado de couve ou de agrião ou 2 flores de brócolis + suco de 1/2 limão + 1 rodela de abacaxi).

Castanha-do-pará

· Campeã em selênio, ela não só combate o envelhecimento precoce como acelera o processo de cicatrização da pele. Essa e outras frutas oleaginosas (amêndoa, castanha de caju, macadâmia) também têm zinco, mineral que regula a produção excessiva de sebo. Mas fique atenta à reação do seu organismo. Em pessoas sensíveis à arginina, outra substância das oleaginosas, pode provocar efeito contrário: favorecer a acne.

· Quanto consumir: 1 porção pequena de mix (2 castanhas + 5 amêndoas ou 1 castanha + 3 amêndoas + 2 macadâmias), 2 vezes por semana.

Chá verde

· Poderoso em catequinas e outras substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias, é um aliado e tanto da pele lisa. O chás branco, preto e vermelho também são boas opções. Para desintoxicar, aposte também no dente-de-leão e chapéu-de-couro.

· Quanto consumir: 2 xícaras por dia, 3 vezes por semana, variando o tipo de erva. Prefira o chá caseiro, feito com a erva em infusão para preservar os princípios ativos.

Cúrcuma (açafrão-da-terra)

· Essa especiaria é rica em curcumina, substância que tem ações anti-inflamatória, antioxidante e desintoxicante.

· Quanto consumir: 1 colher de café por dia, como tempero. Acrescente o pó no final da preparação ou polvilhe sobre a comida pronta (no arroz, por exemplo) para preservar as propriedades terapêuticas



Samuel de Melo