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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Descoberta de tumba revela existência de uma nova faraó no Egito

Tumba foi achada por uma missão arqueológica da República Tcheca. 
Em escritos na parede, ela é identificada como 'a mulher do rei'.

DO Ministério de Antiguidades do Egito anunciou neste domingo (4) a descoberta da tumba de uma rainha da V dinastia faraônica (2.500-2.350 a.C) desconhecida pelos historiadores até então.
A nova faraó se chama 'Jintakus III' e nos escritos das paredes da tumba, situada próxima da capital Cairo, aparece identificada como 'a mulher do rei', a 'mãe do rei'.
O ministro de Antiguidades, Mamduh al Damati, explicou em comunicado que foram encontradas também 24 estatuetas e utensílios de calcário e outros quatro de cobre que faziam parte do mobiliário funerário da rainha.
A tumba foi achada por uma missão arqueológica da República Tcheca em parceria com o ministério egípcio na zona de Abu Sir, ao sudoeste do Cairo.
O diretor da missão tcheca, Miroslav Barta, indicou que o descobrimento da tumba revelou uma parte desconhecida da história da V dinastia, além de confirmar a importância da mulher na corte egípcia.
O túmulo está situado em um pequeno cemitério ao sudeste da tumba do rei Ra Nefr Ef, descoberta nos anos 90.
Esse fato levou os especialistas a sugerirem a possibilidade de Jintakus III ser a mulher de Ra Nefr Ef, de quem se tem poucas informações, e mãe do faraó Menkahur.
Em 24 de março de 2014, os arqueólogos tchecos descobriram também em Abu Sir o sarcófago e a múmia de um importante sacerdote da V dinastia, identificado como Nefer.
A zona de Abu Sir, próxima à esplanada das pirâmides de Guiza, fez parte da grande necrópole da antiga cidade de Menfis.
Seus monumentos mais importantes são os tempos do sol e o complexo funerário da pirâmide do rei Sahura, além de outros lugares de culto e tumbas de personagens nobres da época.
                                                                                                                                    Débora Pinheiro

terça-feira, 7 de abril de 2015

Europa e EUA preparam missões espaciais 'para o Inferno'




Elas provavelmente são as duas missões espaciais mais audaciosas em desenvolvimento atualmente. Solar Orbiter e Solar Probe Plus serão enviadas para entrar na órbita de Mercúrio com o objetivo de estudar o Sol.
De lá, a temperatura na superfície frontal desses satélites vai ultrapassar as centenas de graus. Seria possível dizer que essas missões são, literalmente, "missões para o Inferno".
O sol solta labaredas e partículas que circulam por todo o sistema solar
Nasa/Divulgação
O sol solta labaredas e partículas que circulam por todo o sistema solar
Projetar um sistema seguro para proteger as naves para resistirem a temperaturas tão altas é algo que tem dado trabalho aos engenheiros.
Eles precisam de algo que funcione como um "escudo de calor". Para o Solar Orbiter, da Agência Espacial Europeia, a solução é usar titânio. Para o Solar Probe Plus, da Nasa, o material deverá ser composto por carbono.
Os instrumentos dos dois satélites terão de se esconder por trás dessas barreiras para fazer as medições que os cientistas esperam na tentativa de desvendar alguns dos maiores e mais duradouros mistérios do Sol.
As duas missões parecem estar progredindo.
A Nasa já escolheu o foguete para lançar o Solar Probe Plus. Um poderoso Delta-IV Heavy – o maior foguete do mundo – vai lançar esse satélite de 610 quilos em direção ao Sol no fim de 2018.
E a indústria europeia – pela Airbus Defence and Space – anunciou que conseguiu produzir o que chamou de "modelo estrutural e térmico" do Solar Orbiter.
Seria como uma cópia do satélite, com instrumentos representativos. Ela será aquecida, submetida a explosões de sons e receberá impactos em uma simulação para testar seu design.
Se a cópia do satélite sobreviver a tudo isso, os engenheiros saberão que tipo de modelo também resistiria às condições extremas que irão encontrar no ambiente espacial.
Esta não é a primeira missão solar – já houve algumas nos últimos anos. A nave espacial americana DSCOVR foi a última, lançada em fevereiro.
Mas a maioria desses satélites não se aventurou muito longe, preferindo estudar o "inferno" do Sol de uma distância segura, como a da órbita da Terra.
Objetivos
Os satélites Solar Orbiter e Solar Proble Plus, porém, querem "entrar no fogo" para valer – para observar a atividade solar de perto e provar diretamente os efeitos das partículas e dos campos magnéticos que as contêm.
"Nós queremos obter três medidas", afirmou Tim Horbury, o principal investigador do Solar Orbiter. "Com o Solar Orbiter, queremos obter uma medida remota, queremos ver o que está acontecendo no Sol com nossos telescópios, e depois queremos obter uma segunda medida, para sentir o que está saindo dele."
"A terceira medida viria do próprio Solar Probe, que avançaria um pouco o campo de visão muito rápido de vez em quando só para dar uma ideia do que estaria acontecendo lá também", disse.
O Solar Probe chegará até a 43 milhões de quilômetros do Sol – significativamente mais perto de Mercúrio, que gira em torno do Sol a uma distância que varia de 46 milhões a 70 milhões de quilômetros.
Já o Solar Probe Plus é quem vai fazer o verdadeiro trabalho "infernal" quando correr pela superfície solar a meros 6 milhões de quilômetros de distância. E "correr" é a palavra certa porque a expectativa é que ele alcance velocidades de 200 quilômetros por segundo em partes da órbita.
E aproximações distintas como essas também precisam de estratégias distintas.
Ficando mais distante, o Solar Orbiter consegue liberar telescópios. E as imagens captadas por eles provavelmente serão espetaculares, revelando características do sol com uma resolução nunca conseguida antes.
Chegando bem próximo do Sol, o Solar Probe Plus poderá conseguir dados notáveis, mas olhar diretamente para o Sol é algo que está realmente fora de questão.
A pouco mais de 6 milhões de quilômetros, a temperatura da superfície deve atingir 1,3 mil graus. O Solar Probe Plus não pode sequer se dar ao luxo de ter pequenos buracos em seu escudo revestido com cerâmica e carbono.
Já o Solar Orbiter, de 1,8 mil quilos, pode. "Temos alguns orifícios de passagem", diz Dan Wild, um dos engenheiros térmicos da Airbus. "Esses são apenas grandes cilindros feitos de titânio e revestidos de preto para o controle da luz, para que a gente não pegue muito reflexo."
"E na frente dos cilindros têm portas. Nós podemos fechar essas portas e isso significa que não vamos perder a nave espacial se alguma coisa der errado", afirmou.
O que pode dar errado? Uma coisa – é preciso apontar diretamente para o Sol o tempo todo para que o escudo térmico não pare de jogar uma sombra resfriadora no resto da nave.
"Se você perde a atitude – em outras palavras, se em algum momento, quando você está muito perto do Sol, você não está apontando diretamente para ele – então a nave pode ficar iluminada por trás do escudo térmico, com as consequências óbvias."
"Então temos que ter um sistema de direccionamento para o Sol bastante robusto", explica Philippe Kletzkine, gerente de projetos do Solar Orbiter.
"A parte frontal do escudo do Solar Orbiter vai experimentar temperaturas na ordem dos 600 graus, mas atrás elas devem atingir apenas 60 graus."
Curiosamente, o instrumento de trás do Solar Orbiter, que carrega alguns experimentos magnéticos e de plasma, irá ficar tão na sombra, que ficará frio o suficiente – numa temperatura inferior a 10 graus – para requisitar um aquecimento ativo.
Possíveis conclusões
Então o que obtemos com essa engenharia dos extremos? Esperamos que a chance de solucionar alguns enigmas solares. Ao ficar posicionado diretamente na atmosfera externa do Sol – a coroa solar -, o Solar Probe Plus pode ajudar a explicar porque essa extensa região é tão mais quente do que a superfície do Sol. Isso é realmente um quebra-cabeças.
Já o Solar Orbiter deve nos dar melhores ideias sobre o que impulsiona seu ciclo de atividade de 11 anos. Sua órbita será alta o suficiente para ter uma visão polar do Sol. Pela primeira vez, poderemos ver corretamente o que acontece quando o campo magnético solar gira.
"Nós sabemos quando ele gira, mas não sabemos os detalhes porque nunca conseguimos chegar perto dos polos", diz Louise Harra, do Laboratório de Ciência Espacial da University College London.
"Chegando na altura dos polos, teremos uma vista excelente e isso nos dará uma ideia muito melhor sobre o mecanismo que rege o ciclo solar e sobre por que esse ciclo começou a ficar mais fraco nos últimos anos."
As duas missões juntas estão custando US$ 2,5 bilhões (mais de R$ 8 bilhões). A missão americana custa quase o dobro da europeia. Mas há um reconhecimento crescente de que conseguir compreender melhor o comportamento do Sol trará grandes benefícios para a Terra. Grandes tempestades solares têm o potencial de destruir satélites, comunicação de rádio e redes de eletricidade.
Há muitos cientistas trabalhando nas duas missões. E as duas serão enviadas ao espaço daqui três anos, em 2018.

Hip hop




Hip hop é um gênero musical, com uma subcultura iniciada durante a década de 1970, nas áreas centrais de comunidades jamaicanas, latinas e afro-americanas da cidade de Nova Iorque. Afrika Bambaartaam, reconhecido como o criador oficial do movimento, estabeleceu quatro pilares essenciais na cultura hip hop: o rap, o DJing, a breakdance e o graffiti. Outros elementos incluem a moda hip hop e as gírias.
Desde quando surgiu primeiramente no South Bronx, a cultura hip hop se espalhou por todo o mundo. No momento em que o hip hop surgiu, a base concentrava-se nos disc jockeys que criavam batidas rítmicas chamadas "loop" (pequenos trechos de música em repetições contínuas)5 em dois turntables, que atualmente é referido como sampling. Posteriormente, foi acompanhada pelo rap(abreviatura de rhythm and poetry ou ritmo e poesia em inglês) com uma técnica vocal diferente para acompanhar os loops dos DJs.Junto com isto, surgiram formas diferentes de danças improvisadas, como a breakdance, o popping e o locking.
A relação entre o grafite e a cultura hip hop surgiu quando novas formas de pintura foram sendo realizadas em áreas onde a prática dos outros três pilares do hip hop eram frequentes, com uma forte sobreposição entre escritores de grafite e de quem praticava os outros elementos.

História



O hip-hop emergiu em meados da década de 1970 nos subúrbios negros e latinos de Nova Iorque. Estes subúrbios, verdadeiros guetos, enfrentavam diversos problemas de ordem social como pobreza, violência, racismo, tráfico de drogas, carência de infra-estrutura e de educação, entre outros. Os jovens encontravam na rua o único espaço de lazer, e geralmente entravam num sistema de gangues, as quais se confrontavam de maneira violenta na luta pelo domínio territorial. As gangues funcionavam como um sistema opressor dentro das próprias periferias - quem fazia parte de algumas das gangues, ou quem estava de fora, sempre conhecia os territórios e as regras impostas por elas, devendo segui-las rigidamente.
Esses bairros eram essencialmente habitados por imigrantes do Caribe, vindos principalmente da Jamaica. Por lá, existiam festas de rua com equipamentos sonoros ou carros de som muito possantes chamados de Sound System (carros equipados com sistemas de som, parecidos com os trios elétricos). Os Sound System foram levados para o Bronx, um dos bairros de Nova Iorque de maioria negra, pelo DJ Kool Herc, que com doze anos migrou para os Estados Unidos com sua família. Foi Herc quem introduziu o Toaster(modo de cantar com levadas bem fraseadas e rimas bem feitas, muitas vezes bem politizadas e outras banais e sexuais, cantadas em cima de reggae instrumental), que daria origem ao rap.
Neste contexto, nasciam diferentes manifestações artísticas de rua, formas próprias, dos jovens ligados àquele movimento, de se fazer música, dança, poesia e pintura. Os DJsAfrika Bambaataa, Kool Herc e Grand Master Flash, GrandWizard Theodore, GrandMixer DST (hoje DXT), Hollywood e Pete Jones, entre outros, observaram e participaram destas expressões de rua, e começaram a organizar festas nas quais estas manifestações tinham espaço - assim nasceram as Block Parties.
As gangues foram encontrando naquelas novas formas de arte uma maneira de canalizar a violência em que viviam submersas, e passaram a frequentar as festas e dançarbreak, competir com passos de dança e não mais com armas. Essa foi a proposta de Afrika Bambaataa, considerado, hoje, o padrinho da cultura hip-hop, o idealizador da junção dos elementos, criador do termo hip-hop e por anos tido como "master of records" (mestre dos discos), por sua vasta coleção de discos de vinil.
DJ Hollywood foi um DJ de grande importância para o movimento. Apesar de tocar ritmos mais pop como a discoteca, foi o primeiro a introduzir, em suas festas, MCs que animavam com rimas e frases que deram início ao rap. Os MCs passaram a fazer discursos rimados sobre a comunidade, à festa e outros aspectos da vida cotidiana. Taki 183, o grande mestre do Pixo, fez uma revolução em Nova Iorque ao lançar suas "Tags" (assinaturas) por toda cidade, sendo noticiado até no The New York Times à época. Depois dele vieram Blade, Zephyr, Seen, Dondi, Futura 2000, Lady Pink, Phase 2, Cope2 entre outros.
Em 12 de novembro de 1973, foi criada a primeira organização que tinha em seus interesses o hip hop. Sua sede estava situada no bairro do Bronx. A Zulu Nation tem, como objetivo, acabar com os vários problemas dos jovens dos subúrbios, especialmente a violência. Começaram a organizar "batalhas" não violentas entre gangues com um objetivo pacificador. As batalhas consistiam em uma competição artística.

No Brasil

O berço do hip hop brasileiro é São Paulo, onde surgiu com força nos anos 1980, dos tradicionais encontros na rua 24 de Maio e no Metrô São Bento, de onde saíram muitos artistas reconhecidos como Thaíde, DJ Hum, Styllo Selvagem, Região Abissal, Nill (Verbo Pesado), Sérgio Riky, Defh Paul, Mc Jack, Racionais MC's, Doctor MC's, Shary Laine,M.T. Bronks, Rappin Hood, entre outros.
Atualmente, existem diversos grupos que representam a cultura hip hop no país, como Movimento Enraizados, MHHOB, Zulu Nation Brasil, Casa do Hip Hop, Posse Hausa (São Bernardo do Campo), Hip Hop Mulher, FNMH2, Nação Hip Hop Brasil, Associação de Hip Hop de Bauru, Cedeca, Cufa (Central Única das Favelas).

segunda-feira, 6 de abril de 2015

10º Simplesmente  Amor  

9º   Amor em Vermelho

8º  Chocolate

7º Antes do Amanhecer

 6º  P .S. Eu Te Amo 

5º O Amor É Cego

4º Um Lugar Chamado  Notting Hill 

3º Diário de uma Paixão 

2º Ghost 

1º  Titanic 


Esse são os 10 Melhores filmes românticos de 2014!!!                                                                  espero que gostem BY: Ester Keila!

Confira uma série de curiosidades interessantes sobre os Vingadores
como você sabe, o novo filme sobre os Vingadores — “Vingadores: Era de Ultron” — já tem data de estreia marcada aqui no Brasil: 23 de abril. Entretanto, até que o aguardado dia do lançamento chegue, nós aqui do Mega Curioso decidimos reunir algumas curiosidades interessantes sobre essa turminha de heróis para você. Confira a seguir:
1 – O primeiro comic dos Vingadores foi publicado em 1963;
2 – Originalmente, o primeiro grupo de heróis era formado pelos personagens Hulk, Homem-Formiga, Thor, Homem de Ferro a Vespa;
3 – Aliás, a responsável por batizar o grupo de Vingadores foi a Vespa, dizendo que acreditava que esse fosse um nome dramático;
4 – A primeira aparição do “Capitão América” só ocorreu na quarta edição docomic, quando o herói foi reanimado após ser liberado de um bloco de gelo;
5 – Nos anos 90, a Marvel e a DC Comics decidiram unir os dois universos, lançando histórias que traziam uma fusão de personagens como o “Super-Soldier”, “Dark Claw”, “Skulk” e o “Spider-Boy”, por exemplo - ou seja, personagens criados a partir da mistura de Super-Homem e Capitão América, Batman e Wolverine, Hulk e Solomon Grundy e Homem-Aranha e o Super-Boy;
6 – No universo da Marvel existe uma companhia fictícia chamada Damage Control que se encarrega de “arrumar” a bagunça que os super-heróis e supervilões deixam para trás depois de suas batalhas épicas;
7 – No primeiro filme dos Vingadores,o “Homem-Aranha” não tem participação porque a Marvel vendeu os direitos do personagem à Sony;
8 – Ainda sobre o Homem-Aranha, ele se casou com Mary Jane em meados da década de 80, e a Marvel inclusive organizou um evento público no Shea Stadium, em Nova York, durante o qual um casal vestido como os personagens participou da cerimônia;

9 – Michael Jackson tentou comprar a Marvel no início da década de 90 porque ele desejava produzir um filme e interpretar o Homem-Aranha no cinema;
10 – O personagem Darth Vader foi inspirado em “Doutor Destino”, arqui-inimigo do Quarteto Fantástico;
11 – O Homem de Ferro possui mais de 50 armaduras no “guarda-roupa”. Uma delas é feita com o mesmo metal que o martelo do Thor, outra foi projetada especialmente para lutas contra o Wolverine, e ainda existe uma armadura para combater o Hulk;
12 – Os Vingadores contam com inúmeros inimigos, como os vilões Loki, Ultron, Treinador e Encantador;
13 – E já que estamos falando sobre eles, o vilão Loki apareceu nas histórias da Marvel 13 anos antes de Thor fazer sua primeira aparição nos comics;
14 – O Capitão América recentemente recebeu o título de “primeiro Vingador”, apesar de ele não fazer parte do primeiro grupo original de heróis;
15 – Originalmente, o Hulk era para ser da cor cinza e não verde. A Marvel mudou o tom da pele do personagem depois de ter problemas com as tintas em suas gráficas;
16 – O nome verdadeiro da Viúva Negra é Natalia Alianovna Romanova, e a heroína é fluente em diversos idiomas, como o russo, o francês, o japonês, o alemão e o mandarim, além de ter treinamento como bailarina;
17 – A Viúva Negra passou por diversos programas e tratamentos que tornaram seu sistema imunológico superpoderoso, melhoraram sua durabilidade física e retardaram o ritmo de envelhecimento de seu corpo;
18 – Depois de o Gavião Arqueiro perder os pais aos 8 anos de idade, ele entrou para o circo e, além de se tornar um exímio arqueiro com pontaria quase perfeita, ele recebeu treinamento como acrobata e trapezista. No entanto, o herói não possui qualquer poder super-humano;
19 – Quando Nick Fury foi reintroduzido no universo da Marvel, o personagem foi inspirado na aparência do ator Samuel L. Jackson. No entanto, a editora fez isso sem o consentimento do ator e, quando Jackson descobriu, ele entrou em contato com a Marvel e garantiu sua participação em qualquer filme no qual o Nick Fury aparecesse;
20 – Stan Lee, o co-criador de vários personagens da Marvel — como Thor, Homem de Ferro, Hulk e o Homem-Aranha —, fez aparições em vários dos filmes protagonizados por seus heróis.


                                livros lidos


- O planeta eu falando sobre sexo
-25 anos do menino maluquinho
-Robin Hood
-Em comunicação com Deus
-Sexo e reprodução
-Corpo,gênero e sexualidade
-Sexo e cia 
-Liberdade é poder
-Gênio escolar
-Copa Brasil
-Crepúsculo 

                                         Danielle :)

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Conheça os 6 maiores mentirosos da história da humanidade

Golpistas existem em todos os lugares. Seus métodos de trapaça são os mais variados e eles podem facilmente causar grandes prejuízos financeiros para empresas ou pessoas. Conheça agora os 6 maiores impostores da história e surpreenda-se com suas trapaças.

Mentir é contra os padrões morais de muitas pessoas e é tido como um “pecado” em muitas religiões. As tradições éticas e filósofos estão divididos quanto a se uma mentira é alguma situação permissível – Platão disse sim, enquanto Aristóteles, Santo Agostinho e Kant disseram não.
Mentir de uma maneira que piore um conflito em vez de diminuí-lo, ou que se vise tirar proveito deste conflito, é normalmente considerado como algo antiético. Existem pessoas que afirmam que é com frequência mais fácil fazer as pessoas acreditarem numa Grande Mentira dita muitas vezes, do que numa pequena verdade dita apenas uma vez. Esta frase foi proferida pelo Ministro da Propaganda Alemã Joseph Goebbels no Terceiro Reich.
Aqui na Fatos Desconhecidos você já ficou sabendo a verdade sobre as 9 maiores mentiras já contadas na internet. Agora, você confere quem são os maiores mentirosos de todos os tempos.

1. Víctor Lustig. O homem que vendeu a torre Eiffel

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Víctor Lustig foi um famoso golpista do início do século XX. Ele ficou mundialmente conhecido por ser o homem que vendeu a torre Eiffel duas vezes. Uma das marcas registradas de Víctor era a confecção de máquinas para impressão de dinheiro. Claro que quando o cliente percebia que a máquina era uma farsa, ele já estava bem distante.
Em 1925, ele falsificou papéis do governo francês e aproveitando-se do momento difícil que a França passava devido a Primeira Guerra Mundial, passou a vender a torre Eiffel. A primeira ‘venda’ da torre foi feita para Andre Poisson, um membro da máfia. Quando ele descobriu o golpe, ficou tão envergonhado que não quis denuncia-lo para a polícia. Lustig fez outra vítima que diferente da primeira, denunciou o vigarista para a polícia que não encontrou Lustig. Ele foi preso em 1935 e morreu de pneumonia em 1947 na prisão de Alcatraz nos EUA.

2. Frank Abagnale, ‘Prenda-me se for capaz’

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Ele já foi considerado um dos maiores fraudadores da história dos EUA. Frank Abagnale preside atualmente a Abagnale and Associates, uma empresa de consultoria contra fraudes financeiras. Sua história de vida serviu de inspiração para o filme “Prenda-me se for capaz”. Seu primeiro golpe foi fazendo cheques sem fundo.
Ele começou a ter uma vida de trambiqueiro quando foi forçado a fazer cheques com quantias superiores ao que tinha guardado para quitar suas dívidas. Isso, entretanto, funcionou até a hora que o banco parou de emitir mais cheques, o que fez com que ele abrisse mais contas em bancos diferentes, eventualmente criando novas identidades para isso.
Durante este período ele experimentou e desenvolveu diferentes técnicas de fraude como imprimir seus próprios cheques que eram cópias quase perfeitas dos originais. Ele os usava e persuadia os bancos a liberar dinheiro para os cheques sem fundos. Por um período de dois anos Abagnale se disfarçou como o piloto da companhia aérea Pan Am “Frank Williams” para obter voos de graça pelo mundo.
Mais tarde, Abagnale fingiu ser um pediatra em um hospital do estado da Geórgia com o nome de “Frank Conners”. Depois de fazer amizade com um médico de verdade, tornou-se supervisor residente como um favor para o amigo até que achassem alguém que pudesse pegar o emprego.
Entretanto, sendo uma farsa como médico, Abagnale foi quase mandado embora após quase ter deixado um bebê morrer por inanição de oxigênio. Abagnale fazia com que a maioria das tarefas complicadas que deveriam ser feitas por ele ficassem na mão de outros colegas, como por exemplo, colocar ossos de uma fratura exposta no lugar. Após 11 meses, o hospital achou outro substituto e ele abandonou a vida de médico.
Em cinco anos, Abagnale trabalhou sob 8 identidades, além de ter usado muitas outras para fraudar cheques, cujo volume de prejuízos passou de US$2,5 milhões em 26 países. Todo o dinheiro bancou um estilo de vida em que ele namorou comissárias de bordo, comeu em restaurantes caros, comprou roupas caras, e para preparar os próximos golpes.
Abagnale foi preso na França em 1969 quando uma comissária da Air France reconheceu seu rosto em um cartaz de procurado. Quando a polícia francesa o apreendeu, todos os 26 países em que cometeu fraude pediram sua extradição. Primeiramente ficou seis meses na Casa de Detenção de Perpignan na França, onde quase morreu.
Depois foi extraditado para a Suécia onde ficou por um ano na Prisão de Malmö por falsidade ideológica. Mais tarde, um juiz revogou seu passaporte americano e o deportou para os Estados Unidos para prevenir futuras extradições. Abagnale foi sentenciado a 12 anos de prisão em uma penitenciária federal por várias modalidades de fraude e falsidade ideológica.
A partir de 1974 ele passou a ter empregos legítimos. Ele fundou a Abagnale & Associates onde adverte o mundo dos negócios sobre fraudes e organiza palestras e aulas pelo mundo. Abagnale é agora um multimilionário através de sua empresa de consultoria de fraudes e prevenção situada em Tulsa, Oklahoma.

3. Christophe Rocancourt, o Rockefeller francês

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Christophe Rocancourt não assassinou ninguém, não é terrorista nem ladrão de banco, mas já esteve na lista de mais procurados pela polícia americana. Seu crime? Passar a perna em gente da alta roda de Nova York e Los Angeles.
Nascido na França em 1967, o malandro gostava de dizer que se chamava Christopher Rockefeller e que era um descendente francês do magnata americano. Mas essa era só uma das 12 identidades falsas dele. Christophe também se apresentava como parente da atriz Sophia Loren, do estilista Oscar de la Renta e do cineasta Dino de Laurentiis. Seu principal golpe era convencer as pessoas a deixar uma boa grana com ele para ser investida em algum esquema “ultra-rentável”.
Em 2001, Rocancourt acabou preso. No julgamento, foi acusado de fraudar 19 pessoas e condenado a 4 anos de prisão. Ele mesmo estima que, em sua vida de golpista, arrecadou pelo menos 40 milhões de dólares. Ninguém duvida: quando foi preso, o francês tinha duas Ferraris, um jipe que já tinha sido do bilionário inglês Dodi al Fayed, era dono de um andar no Regent Beverly Wilshire Hotel, no bairro mais chique de Los Angeles, e andava com um segurança a tiracolo.

4. Ferdinand Demara, o grande impostor

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Ferdinand Demara foi um impostor que utilizou diversas identidades falsas para aplicar golpes. Ele utilizava os nomes de seus companheiros marinheiros para forjar ‘novas vidas’. Quando descobriam a farsa, ele ‘se matava’ e começava uma nova carreira. Em suas vidas ele foi engenheiro civil, delegado, médico, advogado, professor, monge beneditino, editor, pesquisador do câncer e maestro. Nunca aplicou golpes para conseguir dinheiro, só aproveitava o status temporário. Eles chegou a ser preso por falsidade ideológica por 18 meses.

5. Milli Vanilli, a dupla pop que não sabia cantar

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Milli Vanilli foi uma dupla de reggae e pop formada por Frank Farian na Alemanha em 1988 cujos integrantes eram o francês Fab Morvan e germano-americano Rob Pilatus. O álbum de estréia da dupla alcançou altas vendas internacionalmente e eles chegaram a ganhar um Grammy de Melhor Artista Estreante em 1990. Entretanto, o sucesso deles foi por água abaixo quando o prêmio foi revogado depois da revelação de que os supostos cantores não cantavam no disco.
O público começou a questionar o talento da dupla e espalhou-se o rumor de que não eram Morvan e Pilatus os intérpretes das músicas e que a dupla se limitava a fazer uma “representação”. Ao contrário da versão internacional de All or Nothing, os créditos para a versão americana atribuíram claramente as vozes no álbum para Morvan e Pilatus, “irmãos de sangue”.
Em 15 de Novembro de 1990, devido às dúvidas cada vez mais crescentes a respeito da fonte do talento no grupo, bem como a insistência de Morvan e Pilatus para que os deixasse cantar no próximo álbum, ameaçando revelar o esquema, Farian admitiu que os dois não eram os verdadeiros intérpretes, mas sim Charles Shaw, John Davis e Brad Howell.
Farian tinha escolhido esse grupo de pessoas para cantar as músicas mas sabia que precisava de alguém que transmitisse uma outra imagem ao público, uma imagem mais jovem, sensual e fotogênica. Assim, contratou Morvan e Pilatus, dois jovens que tinha conhecido numa discoteca em Berlim, começando uma das maiores fraudes da história da música.

6. Charles Ponzi

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Charles Ponzi foi um estelionatário italiano radicado nos Estados Unidos, conhecido por ter elaborado a maior fraude do século XX, estimada em 50 bilhões de dólares.
O italiano emigrou para os Estados Unidos em 1903 depois de abandonar os estudos na Universidade La Sapienza em Roma. Mudou-se para o Canadá onde foi condenado a três anos de prisão por falsificação de cheque bancário. Retornou aos Estados Unidos onde se tornou um dos maiores trapaceiros de toda a história.
Ele usou diversos nomes durante suas vida de trapaças: Carlo Ponzi, Charles Ponei, Charles P. Bianchi e Carl. Nos anos 1920, arrecadou aproximadamente 20 milhões de dólares de investidores interessados em seu modelo de negócios, que, basicamente, prometia lucros altos decorrentes da arbitragem com cupons postais de resposta intencionais.
A fraude por ele inventada, o “esquema Ponzi”, continua a ser aplicada em versões repaginadas, como, por exemplo, o esquema Telexfree, o “ganhe dinheiro rápido na Internet”, “ganhe dinheiro com imóveis na planta”, “ganhe dinheiro lendo e-mails” etc.
No Brasil, três casos famosos utilizando esse esquema foram: Avestruz Master em 1998, Fazendas Reunidas Boi Gordo em 2004 e TelexFree de 2013. Depois de ser deportado para a Itália, Ponzi emigrou novamente, desta vez para o Brasil, onde terminou seus dias na miséria.