Home

Pesquisar este blog

quarta-feira, 13 de março de 2013



Por que dizem que os gatos têm sete vidas


Essa lenda surgiu da Idade Média, quando os gatos, assim como as bruxas e magos, eram vítimas da Inquisição. Apesar dos esforços para acabar com eles (que maldade) eles dificilmente diminuíam em número. Isso porque havia muitos de seus defensores, pessoas que escondiam e criavam gatos secretamente.

Assim, os inquisidores afirmavam que só tendo mesmo parte com misticismo e afins um bicho continuaria por aí, mesmo sendo tão caçado. Assim, surgiu o termo que o gato tem sete vidas.

 

Dança de Rua

Em 1967, o DJ kool D.J Herth lançou essa dança através do Funk (não confundir com o funk carioca.).
O Breaking, uma das vertentes dos Street Dances, explodiu nos EUA em 1981 e se expandiu mundialmente. No Brasil, os dançarinos incorporaram novos elementos à dança.
Existem dois tipos de street dance qual são novos, talvez exoticos:
  1. Street dances vinculada a Cultura Hip Hop, grupos ou crews;
  2. Street dances vinculada às academias e estúdios de dança.
No chile há uma variedade enorme de estilos. Em janeiro de 1991, a dança de rua começou aqui no nosso país. Ela foi introduzida na cidade de Santos, pelo coreógrafo Marcelo Cirino, que idealizou um novo estilo,com um trabalho de pesquisa desde de 1982 e foi incorporado elementos da nossa cultura criando assim a dança de rua Brasileira.
Podemos caracterizar o Street Dances como:
  • Um trabalho de coordenação motora com ritmo e musicalidade.
  • Um ritmo,onde se dá mais atenção aos movimentos fortes e enérgicos executados pelos braços, pernas, movimentos acrobáticos coreografados, saltos e saltos mortais.
  • Uma dança com maioria de dançarinos homens, porém hoje encontra-se um maior espaço para as mulheres.
  • São usadas músicas que tenham batidas fortes e marcantes,algumas músicas eletrônicas e em geral músicas cantadas em cima dos breakbeats.
O Street Dances quando vinculada ao movimento Hip Hop (Hip do inglês - quadril; Hop - pulo) toma um outro sentido na história e em sua formação.
Existem vários estilos de dança dentro do Hip Hop, tais como:
  1. Breaking;
  2. Popping;
  3. Locking;
  4. Krumping;
  5. Waacking;
  6. House Dance ou Melbourne Shuffle;
  7. Vogue;
  8. Street Jazz ou Jazz-Funk;
  9. Stilleto;
  10. Ragga-Jam;
  11. Dance Hall;
  12. Hip Hop;
  13. Hip Hop L.A.
O Hip Hop Dance é a união de todas as social dances. O "Break Beat" é a batida de fundo repetitiva muito conhecida pelos Mcs em seus shows. Os Djs tocam a música e os dançarinos (b.boys ou b.girls) dançam nessa batida da música.
Difere-se do Hip Hop Dance, que utiliza-se das danças sociais conhecidas, como harlem shake, happy feet, monastery e etc. Em outras palavras, o Hip Hop é um estilo de dança mais dinâmico, já que veio de outras danças sociais.
Uma das grandes características vinculada ao Hip Hop é a improvisação e a mistura de linguagens como encenação teatral, mímica e dança. Tem o seu nascimento nos Estados Unidos da América (o leste e o oeste norte americano têm expoentes diferentes de estilos e de representantes).
A partir de 1984, foi iniciada a manifestação do Hip Hop Dance, com o precursor Buddha Stretch, junto com seu grupo Elite Force Crew. Stretch também foi o primeiro coreógrafo na cidade de Nova Iorque a ministrar uma aula de Hip Hop na consagrada BROADWAY DANCE CENTER.

terça-feira, 12 de março de 2013


SALA SÃO PAULO


O imponente edifício da Estrada de Ferro Sorocabana abriga hoje a Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e uma das mais importantes casas de concertos e eventos do País.

Projetado por Christiano Stockler das Neves em 1925 ―período em que a cidade, estimulada pelo café e pela ferrovia, crescia em ritmo acelerado― o prédio, marcado pela sobriedade dos ornamentos e detalhes do estilo Luís XVI, seria concluído somente em 1938, quando a urbanização de São Paulo já se caracterizava pela presença de automóveis, minimizando a utilização de bondes e trens.

As principais áreas do edifício já vinham sendo locadas para a realização de festas e eventos institucionais quando, em 1997, a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo assume seu controle para transformá-lo no Complexo Cultural Júlio Prestes.
Situada no centro da Cidade, vizinha da Pinacoteca do Estado e do Museu de Arte Sacra, a Sala São Paulo fez realizar o potencial de revitalização da região.

Tombada como patrimônio histórico pelo Condephaat, a Sala São Paulo foi inaugurada em 9 de julho 1999 com a apresentação da sinfonia A Ressurreição, de Gustav Mahler, pela Osesp, para ser mantida como importante marco de nossa cidade.

se você não visitou venha visitar...
Oz, Mágico e Poderoso

 SINOPSE: Oscar Diggs (James Franco) trabalha como mágico em um circo itinerante, é bastante egoísta, mas é seu envolvimento com mulheres que o acaba levando para uma mágica aventura na Terra de Oz. Chegando lá, ele conhece a bruxa Theodora (Mila Kunis), que o apresentar para a irmã Evanora (Rachel Weisz). Acreditando que estaria fazendo um bem para a população local, ele decide enfrentar a bruxa Glinda (Michelle Williams), mas descobre que ela lembra um amor do passado e seu comportamento em nada se assemelha ao de alguém realmente malvado. Dividido entre saber quem é do bem e quem é do mau, Oscar se depara com um lugar rico em belezas, cheio de riquezas, estranhas criaturas e também mistérios. Vivendo este conflito, o ilusionista vai usar sua criatividade para salvar o tranquilo povo de Oz das garras de um poderoso inimigo. Para isso, contará com a inusitada ajuda de Finley, o macaco alado, e uma menina de porcelana.

Oz o poderoso em cartaz nos cinemas vale a pena assistir!

































 
 
Cia. Articularte - Teatro de Bonecos
 
 O genial maestro Heitor Villa-Lobos é cada vez mais tocado e admirado no mundo todo. Clique aqui para saber mais no Museu Villa-Lobos.


O Trenzinho Villa-Lobos foi inspirado na vida e nas artes infantis do menino Tuhu, apelido de Heitor Villa-Lobos, que mais tarde vai tornar-se um dos mais importantes compositores musicais do Brasil e do mundo. Texto e direção de Dario Uzam. Bonequeira: Surley Valério.
O Trenzinho Villa-Lobos é uma proposta musical de Teatro de Bonecos manipulados de corpo inteiro, com técnica direta. São cinco manipuladores ao todo, com dois ou três manipuladores/atores animando cada boneco. Trata-se de uma encenação com história autônoma, em espetáculo delicado, plástico e divertido, com fundo cultural e musical.Tem 50 minutos de duração e está direcionado às crianças a partir de 4 anos de idade.
 
O Trenzinho Villa-Lobos - 03/03/2007
Marcelo Coelho, 47, é membro do Conselho Editorial da "Folha de S.Paulo" e escreve semanalmente na "Ilustrada" desde 1990.




"Está em cartaz...um bonito espetáculo de bonecos: é o "Trenzinho Villa-Lobos", da Companhia Articularte. A idéia é mostrar a infância do compositor brasileiro, e uma coisa simpática da peça é evitar a mística da "genialidade", tão comum em biografias de todo tipo. O menino Tuhu (este o apelido do compositor, que se amedrontava com trens e era fascinado por eles) não prefigura o futuro gênio musical; é uma criança como qualquer outra de seu tempo, empinando papagaio e fazendo travessuras. Não está determinado desde o início da peça que ele tenha um talento fora do comum. As músicas de Villa-Lobos aparecem, entretanto, sem parar, com grande efeito emocional. Foram muito bem escolhidas e arranjadas: o famoso "trenzinho do caipira" é cantado pelos próprios manipuladores dos bonecos, num coral lindo e simples. Nesse espetáculo, os manipuladores são sempre visíveis pelo público, e os bonecos, não muito grandes, são em sua maioria bonitos, sem entrar numa estética "expressionista", de cores e formas exageradas. Os pássaros com quem o menino Tuhu brinca no quintal são realistas, assim como a figura de sua mãe; já o pai, tipo assustador e severo, é representado de forma um pouco mais fantástica, quase monstruosa. É o único foco de maior tensão na narrativa, que se estende através de números quase coreográficos, e se perde em alguns episódios, como o de uma certa tia de Villa-Lobos que aparece apenas para apresentá-lo a J. S. Bach, numa referência que fica perdida para os pequenos espectadores. Estes não demonstram grande entusiasmo ou excitação ao longo do espetáculo, mas não é mesmo esse o espírito de "Trenzinho Villa-Lobos". Trata-se de criar um clima de encantamento, não de berreiro em bufê infantil. Eu, pelo menos, gostei bastante".

Escrito por Marcelo Coelho em 03/03 2007, às 16h43 - Blog da Folha

http://marcelocoelho.folha.blog.uol.com.br/

29/09/06
Villa-Lobos Maestro é tema de evento com brinquedos e oficinas

"Antecipando as comemorações do mês das crianças, o Sesc Pompéia inaugura hoje (dia 29) a exposição infanto-juvenil Villa-Lobos - As Fantásticas Viagens Imaginárias do Índio de Casaca pelo Brasil Adentro, que fica em cartaz até o dia 15/10/06. O universo musical e imaginário de Heitor Villa-Lobos (1887-1959) é o tema do evento que ocupa um galpão de 600 m 2.

Ali, o trenzinho de Lobos vira um trem cenográfico, com sete vagões, um diário de bordo que conta a vida do maestro e fones para ouvir suas músicas. Na "Amazônia", os pequenos podem brincar com instrumentos como os tambores-da-terra (feitos de bambu) e a flauta espírito da floresta (acionada com o pé). Há também um dirigível-escorregador, que faz cair em uma nuvem inflável. A exposição terá ainda rodas de histórias, oficinas de musicalização, apresentações musicais e o espetáculo de bonecos "O Trenzinho Villa-Lobos", da Cia. Articularte".

Sinopse do Espetáculo
O espetáculo conta as aventuras marotas do menino Heitor, desde suas primeiras artes e peripécias, até ele entrar em contato com os sons e a riqueza da música. Heitor ganha o apelido de Tuhu por gostar de imitar os sons engraçados e esquisitos da vida, principalmente de locomotivas. Ainda menino, a família de Tuhu muda-se para Minas Gerais.
A viagem é acompanhada pela peça musical O Trenzinho Caipira, que revela a grandeza da nossa terra ao menino, deixando-o impressionado com tanta beleza. Solto pelas matas da nova terra, Tuhu faz uma de suas grandes artes (malcriações) e acaba ficando de castigo. É quando ele tem a visão de uma Maria Fumaça gigantesca e feroz (como se fosse um dragão), que faz desaparecer o seu melhor amigo: um cachorrinho que se transforma em bola: o Bolinha. Tuhu recebe a ajuda de uma pequena personagem alada, chamada Solasi, e parte em uma aventura à procura de Bolinha. Nesse momento, o pequeno herói acaba caindo em uma outra terra, habitada por estranhos seres musicais.
O menino entra em contato com um mundo rico e totalmente desconhecido. Fica fascinado com esse novo contato musical e, depois de muita peripécia, termina por reencontrar seu amigo Bolinha. Tuhu fica marcado para sempre com essa nova experiência, que para sempre vai fazer parte de suas entranhas e desejos, para indicar as emoções e sentimentos do futuro gênio musical brasileiro e universal.

Ficha Técnica:
Texto e Direção: Dario Uzam
Bonequeira: Surley Valério
Direção Musical: Chico Botosso e Mariana Anacleto
Iluminação: Hernandes Oliveira
Cenografia: Cia. Articularte
Elenco: Renato Bego, Surley Valério, Paulo Mendonça, Cida Lima, Andrea Cruz (Rossana Arouck).
Indicação: a partir de 04 anos de idade.
Estreou no Centro Cultural São Paulo - em junho de 2001.
Fotos:



terça-feira, 5 de março de 2013


  1. Atlético-MG
  2. Atlético-PR
  3. Bahia
  4. Botafogo
  5. Corinthians
  6. Coritiba
  7. Cruzeiro
  8. Flamengo
  9. Fluminense
  10. Grêmio
  11. Internacional
  12. Náutico
  13. Palmeiras
  14. Ponte Preta
  15. Portuguesa
  16. Santos
  17. São Paulo
  18. Sport Recife
  19. Vasco
Por FOX SPORTS28/2/2013 - São Paulo

FIBA define grupos da Copa América de Basquete 2013

Brasil ficou na chave A, ao lado de Canadá, Jamaica, Porto Rico e Uruguai, enquanto a Argentina, atual campeã do torneio, caiu na chave B

Na última edição da competição, disputada em 2011, na Argentina, o Brasil ficou com o vice-campeonato. O campeão foram os anfitriões argentinos (Getty Images)
Na última edição da competição, disputada em 2011, na Argentina, o Brasil ficou com o vice-campeonato. O campeão foram os anfitriões argentinos (Getty Images)