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quarta-feira, 19 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
RECOMENDAMOS OUÇA OSWALDO MONTENEGRO
Oswaldo
Montenegro
Osvaldo Viveiros Montenegro –
Compositor e cantor carioca, nascido aos 15 de março de 1956 no bairro do
Grajau. Filho de músicos, acostumado com as serestas que aconteciam em sua
casa, logo cedo teve contato com a música barroca.
Venceu um festival de música com apenas 13 anos. Fez seus primeiros shows aos 17 anos, tornando-se profissional e iniciando várias parcerias. Teve contato com a música erudita nos concertos do Teatro Nacional. Compôs algumas peças de teatro, em torno de 14 peças muicais.
Discografia:
Sem Mandamentos (1975) Som Livre Compacto simples
Trilhas (1977) Independente LP
Poeta maldito... Moleque vadio (1979) WEA LP, CD
Oswaldo Montenegro (1980) WEA LP, CD
Asa de Luz (1981) WEA LP
A Dança dos Signos (1983) Philips LP
Cristal. Trilha sonora da peça (1983) PolyGram LP
Brincando em cima daquilo (1984) LP
Drops de Hortelã. Oswaldo Montenegro e Glória Pires (1985) PolyGram LP
Os Menestréis (1986) Independente LP
Aldeia dos Ventos (1987) Independente LP
Oswaldo Montenegro ao vivo (1989) Som Livre LP, CD
Oswaldo Montenegro (1990) Som Livre CD
Vida de Artista (1991) Som Livre LP, CD
Mulungo (1992) Som Livre CD
Seu Francisco (1992) PolyGram CD
Aos filhos dos hippies (1995) Albatroz CD
O Vale Encantado (1997) Albatroz CD
Noturno (1997) Independente CD
Letras Brasileiras (1997) Albatroz CD Léo e Bia (1998) Albatroz CD
Aldeia dos Ventos. Arte em construção (1998) Albatroz CD
A Dança dos Signos 15 anos (1999) Independente CD
Letras Brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
A lista (1999) Independente CD
A lista. Trilha sonora do musical (1999) Independente CD
A lista (1999) Independente single
Letras brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
Escondido no tempo (1999) Panela Music CD
Telas. Só para colecionadores (2000) Independente CD
Entre uma balada e um blues (2001) Ouver Records CD
A lista (2001) Jam Music CD
Estrada nova (2002) Jam Music CD
Letras brasileiras II (2003) Albatroz CD
Aldeia dos ventos (2004) Jam Music CD
Ao vivo - 25 anos (2004) Warner CD e DVD
Léo e Bia 1973 (2005) Jam Music CD
A Partir de Agora (2006) Wea CD e DVD
Intimidade (2008) Som Livre CD e DVD
Quebra-cabeça Elétrico (2009)Universal CD e DVD
Canções de Amor (2010) CD
Venceu um festival de música com apenas 13 anos. Fez seus primeiros shows aos 17 anos, tornando-se profissional e iniciando várias parcerias. Teve contato com a música erudita nos concertos do Teatro Nacional. Compôs algumas peças de teatro, em torno de 14 peças muicais.
Discografia:
Sem Mandamentos (1975) Som Livre Compacto simples
Trilhas (1977) Independente LP
Poeta maldito... Moleque vadio (1979) WEA LP, CD
Oswaldo Montenegro (1980) WEA LP, CD
Asa de Luz (1981) WEA LP
A Dança dos Signos (1983) Philips LP
Cristal. Trilha sonora da peça (1983) PolyGram LP
Brincando em cima daquilo (1984) LP
Drops de Hortelã. Oswaldo Montenegro e Glória Pires (1985) PolyGram LP
Os Menestréis (1986) Independente LP
Aldeia dos Ventos (1987) Independente LP
Oswaldo Montenegro ao vivo (1989) Som Livre LP, CD
Oswaldo Montenegro (1990) Som Livre CD
Vida de Artista (1991) Som Livre LP, CD
Mulungo (1992) Som Livre CD
Seu Francisco (1992) PolyGram CD
Aos filhos dos hippies (1995) Albatroz CD
O Vale Encantado (1997) Albatroz CD
Noturno (1997) Independente CD
Letras Brasileiras (1997) Albatroz CD Léo e Bia (1998) Albatroz CD
Aldeia dos Ventos. Arte em construção (1998) Albatroz CD
A Dança dos Signos 15 anos (1999) Independente CD
Letras Brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
A lista (1999) Independente CD
A lista. Trilha sonora do musical (1999) Independente CD
A lista (1999) Independente single
Letras brasileiras ao vivo (1999) Albatroz CD
Escondido no tempo (1999) Panela Music CD
Telas. Só para colecionadores (2000) Independente CD
Entre uma balada e um blues (2001) Ouver Records CD
A lista (2001) Jam Music CD
Estrada nova (2002) Jam Music CD
Letras brasileiras II (2003) Albatroz CD
Aldeia dos ventos (2004) Jam Music CD
Ao vivo - 25 anos (2004) Warner CD e DVD
Léo e Bia 1973 (2005) Jam Music CD
A Partir de Agora (2006) Wea CD e DVD
Intimidade (2008) Som Livre CD e DVD
Quebra-cabeça Elétrico (2009)Universal CD e DVD
Canções de Amor (2010) CD
.
Frases e Pensamentos de Oswaldo Montenegro
A Lista
Faça uma lista de grandes amigos,
quem você mais via há dez anos atrás...
Quantos você ainda vê todo dia ?
Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha...
Quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre...
Quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece,
na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora...
Quantos mistérios que você sondava,
quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo,
era o melhor que havia em você?
Quantas mentiras você condenava,
quantas você teve que cometer ?
Quantas canções que você não cantava,
hoje assobia pra sobreviver ...
Quantos segredos que você guardava,
hoje são bobos ninguém quer saber ...
Quantas pessoas que você amava,
hoje acredita que amam você?
Faça uma lista de grandes amigos,
quem você mais via há dez anos atrás...
Quantos você ainda vê todo dia ?
Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha...
Quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre...
Quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece,
na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?
Quantos amigos você jogou fora...
Quantos mistérios que você sondava,
quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo,
era o melhor que havia em você?
Quantas mentiras você condenava,
quantas você teve que cometer ?
Quantas canções que você não cantava,
hoje assobia pra sobreviver ...
Quantos segredos que você guardava,
hoje são bobos ninguém quer saber ...
Quantas pessoas que você amava,
hoje acredita que amam você?
- Na coleção de 1249
E que a minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.
Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.
METADE
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...
Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também.
Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio;
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca;
Porque metade de mim é o que eu grito,
Mas a outra metade é silêncio...
Que a música que eu ouço ao longe
Seja linda, ainda que tristeza;
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante;
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade...
Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece
E nem repetidas com fervor,
Apenas respeitadas como a única coisa que resta
A um homem inundado de sentimentos;
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo...
Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...
Que o medo da solidão se afaste
E que o convívio comigo mesmo
Se torne ao menos suportável;
Que o espelho reflita em meu rosto
Um doce sorriso que me lembro ter dado na infância;
Porque metade de mim é a lembrança do que fui,
A outra metade eu não sei...
Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
para me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais;
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço...
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para faze-la florescer;
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção...
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade... também.
Depressão,sintomas,ansiedade.......leia é importante para sua saúde e não
devemos brincar com nossa saúde e sim cuidar.
Quando alguém
está doente ou quando acontece um acidente, a primeira coisa que deve se
perguntar é: O
que esta isto quer me dizer?
Somos
nós quem atraimos as situações boas ou más para nossas vidas pelos nossos
pensamentos oriundos do nosso emocional ou da própria defesa que criamos por
medos, insegurança ou até por poder.
Quem
não teve oportunidade de ver uma criança fazer uma febre quando seus pais viajaram
e repentinamente melhoram quando eles voltaram?
Existem
estudos que associam o conteúdo psicológico a vários tipos de doenças e
incidentes, demonstrando que, quando não trabalhamos adequadamente nosso
psique, temos que aprender de outra maneira e muitas vezes pela dor, pois
poucos seres humanos estão preparados para aprender as lições da vida pelo
amor.
Nem
todos se deram conta da necessidade de se auto-analisar, por ser uma
manifestação do inconsciente e muitas vezes, de difícil aceitação, pois até as
pessoas mais esclarecidas, que já tem o conhecimento desta manifestação, tende
a negar em vez de vivenciar para superar os desafios.
Esse
tipo de abordagem pode até substituir os remédios se a pessoa conseguir
“dissolver” a energia estagnada, quando se dará conta que uma emoção lhe
domina, que pode liberar o sentimento e ficar livre de uma doença no corpo
físico, de preferência com a ajuda de um profissional da área
Para Saúde Integral,
toda doença tem um fundo psicológico e se este não for tratado, ainda que haja
uma aparente melhora, pode ter reincidência. Então é preciso estar atento às
“dores emocionais”, as tristezas, desejos e expectativas da vida.
Abaixo dicas
da relação da emoção com o corpo físico:
AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada, pessoa que fala muito, ofende ou se tranca, não fala.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo. Pessoas que criticam a si ou que criticam o outro.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido. Necessidade de ser amado.
Bexiga – Pressão, apego
AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada, pessoa que fala muito, ofende ou se tranca, não fala.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo. Pessoas que criticam a si ou que criticam o outro.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido. Necessidade de ser amado.
Bexiga – Pressão, apego
Boca
– Disposição para receber
BRONQUITE:
Ambiente família inflamado, gritos, discussões.
Cabelos – Liberdade, poder
Coração – Capacidade de amar, emoção
Costas – Correção
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo, ressentimento.
Cabelos – Liberdade, poder
Coração – Capacidade de amar, emoção
Costas – Correção
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo, ressentimento.
Coluna: Medo
da vida
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda, viver do passado.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização, controle.
Dentes – Agressividade, vitalidade
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda, viver do passado.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização, controle.
Dentes – Agressividade, vitalidade
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
Estômago –
capacidade de absorção da vida, pensou que seria tudo diferente
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer, culpa.
Fígado – Avaliação, filosofia, religião, raiva, ressentimentos.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro.
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer, culpa.
Fígado – Avaliação, filosofia, religião, raiva, ressentimentos.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
Gengivas
– Desconfiança. Falta de dinheiro
HEMORRÓIDAS:
Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
Intestino delgado – Elaboração, análise.
Intestino grosso – Inconsciente, ambição, indigestão com a vida.
INSONIA: Medo, culpa.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
Intestino delgado – Elaboração, análise.
Intestino grosso – Inconsciente, ambição, indigestão com a vida.
INSONIA: Medo, culpa.
Joelhos
– falta de humildade
LABIRINTITE:
Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior, falta de apoio.
Mãos – Entendimento, capacidade de ação, não consegue “agarrar”.
Membros – Movimentos, flexibilidade, atividade
Músculos – Mobilidade, flexibilidade, atividade
MENINGITE: Tumulto interior, falta de apoio.
Mãos – Entendimento, capacidade de ação, não consegue “agarrar”.
Membros – Movimentos, flexibilidade, atividade
Músculos – Mobilidade, flexibilidade, atividade
NÓDULOS:
Ressentimento, frustração. Ego ferido.
Nariz – Poder, orgulho, sexualidade
Olhos – falta de discernimento. Não quer ver a realidade.
Ouvidos – Obediência. Não quer escutar alguém.
Órgãos genitais – Sexualidade
Ossos – Firmeza, cumprimento das normas, frustração por não fazer na vida o que gostaria.
Nariz – Poder, orgulho, sexualidade
Olhos – falta de discernimento. Não quer ver a realidade.
Ouvidos – Obediência. Não quer escutar alguém.
Órgãos genitais – Sexualidade
Ossos – Firmeza, cumprimento das normas, frustração por não fazer na vida o que gostaria.
PELE (acne):
Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida, desamor.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente. Agarra-se ao que é velho.
PULMÕES: Medo de absorver a vida, desilusão.
Pele – Delimitação, normas, contato, carinho, rejeição.
Pênis – Poder, sexualidade ameaçada ou reprimida.
Pés – Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade. Medo de caminhar na vida.
Pescoço – Medo, rigidez.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida, desamor.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente. Agarra-se ao que é velho.
PULMÕES: Medo de absorver a vida, desilusão.
Pele – Delimitação, normas, contato, carinho, rejeição.
Pênis – Poder, sexualidade ameaçada ou reprimida.
Pés – Compreensão, firmeza, enraizamento, humildade. Medo de caminhar na vida.
Pescoço – Medo, rigidez.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS:
Confusão mental, desordem, mágoas. Querendo por “algo “ para fora.
REUMATISMO: Sentir-se vítima, crítica, falta de amor, amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional, culpa, crença em perseguição.
Rins – Medos, discernimento, eliminação.
Sangue – Força vital, vitalidade
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
REUMATISMO: Sentir-se vítima, crítica, falta de amor, amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional, culpa, crença em perseguição.
Rins – Medos, discernimento, eliminação.
Sangue – Força vital, vitalidade
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIREÓIDE:
Humilhação, comunica-se mal.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
Unhas –
Agressividade
Vagina – Entrega
Vagina – Entrega
VARIZES:
Desencorajamento, sentir-se sobrecarregado.
Vesícula biliar – Agressividade, raiva.
Vesícula biliar – Agressividade, raiva.
Este
texto foi baseado em vários livros entre eles: “A Doença Como Caminho”, de
Thorwald Dethlefsen e Rüdiger Dahlke – Editora Cultrix
Suzete
é Naturopata, Iridóloga e Instrutora dos Exercícios Visuais. Autora do livro:
Cuide de S
Volume e tempo de exposição
determinam risco da utilização destes ap
aparelhos. Com moderação não há danos
para os ouvidos.
Ouvir música é um hábito que causa
prazer para a maioria das pessoas. A música relaxa, diverte e distrai em meio a
tantas situações estressantes do dia a dia e por isso muitas pessoas usam – e
abusam – dos aparelhos portáteis com fones de ouvido. “Não existe hora nem
lugar. Na rua, no ônibus, nos parques, na academia, no trabalho, onde tiver uma
brecha o fone de ouvido está presente. O que preocupa são os riscos que ele
representa a saúde”, destaca a otorrinolaringologista Rita de Cássia Cassou
Guimarães.
A perda auditiva, zumbido e a dificuldade
de compreender o que está sendo falado em uma conversa são as consequências
mais perigosas do uso excessivo dos fones de ouvido. O volume do som e o tempo de utilização são os principais fatores que
estão relacionados aos problemas auditivos. “A longo prazo, o hábito causa
danos irreversíveis aos ouvidos. Além disso, os fones criam uma espécie de isolamento
acústico, que não permite o usuário ouvir os sons a sua volta, aumentando os
riscos de acidentes devido a falta de atenção.”
Independente do modelo, seja o de
inserção – que são colocados dentro da orelha – ou o de concha, o abuso na
utilização dos fones prejudica a audição de forma lenta e progressiva. “O
indivíduo vai perdendo a capacidade de ouvir aos poucos, sem perceber, o que
dificulta o diagnóstico. Como os sintomas diretamente ligados a audição surgem
apenas quando o problema já está avançado, o tratamento não consegue reverter
os danos. Dores de cabeça, insônia e até aumento da pressão podem sinalizar que
o corpo está em uma situação de estresse causada pelo excesso de ruído.”
A médica esclarece que os
riscos de perda auditiva são diferentes para cada pessoa. “Alguns indivíduos
possuem ouvidos mais resistentes e conseguem ouvir música por longos períodos
sem prejudicar a audição. Enquanto outros são mais sensíveis e mesmo seguindo
as orientações de uso correto dos fones de ouvido podem sofrer danos. Como não
há como saber quais pessoas são mais sensíveis ou mais fortes, a recomendação é
usar o fone com moderação.”
Para ouvir música
com fones de ouvido sem causar danos à audição o recomendado é jamais colocar
no volume máximo e ficar poucas horas com o fone de ouvido. “É fundamental ter bom senso. O ideal é ir até no
máximo 60% da capacidade de volume do aparelho por no máximo 1 hora de tempo de
exposição, seguido de um período de repouso acústico, não utilizar os fones em
locais barulhentos, como ônibus ou ruas movimentadas. Nesses ambientes a
tendência é aumentar o volume para que o som possa competir com o barulho
externo. Outra recomendação é não utilizar o fone apenas de um lado, pois pode
causar perda assimétrica da audição”, alerta.
A especialista enfatiza que o volume
dos fones de inserção é mais alto do que os de concha, pois eles ficam mais
próximos do canal do ouvido.
Testes simples podem ajudar a
controlar corretamente o volume dos aparelhos. Se o som estiver muito alto, o
indivíduo não consegue conversar com as pessoas que estão presentes no mesmo
ambiente. “Outra dica é desligar o aparelho quando estiver na rua, no volume
usado costumeiramente, e ao chegar em casa, ambiente considerado mais
silencioso, o usuário deve ligá-lo novamente. Se o volume for incômodo aos
ouvidos é sinal que o som estava alto demais. Ao perceber qualquer alteração
auditiva deve-se procurar um especialista imediatamente”, acrescenta.
Poluição Sonora
O que é poluição sonora, efeitos negativos na saúde humana, níveis de ruído em decibéis, ambientes com alto nível de poluição sonora, recomendações, doenças provocadas, sistema auditivo
O que é poluição sonora, efeitos negativos na saúde humana, níveis de ruído em decibéis, ambientes com alto nível de poluição sonora, recomendações, doenças provocadas, sistema auditivo

Trânsito nas grandes cidades: poluição sonora no dia-a-dia
Quando e como
ocorre
A poluição
sonora ocorre quando num determinado ambiente o som altera a condição normal de
audição. Embora ela não se acumule no meio ambiente, como outros tipos de poluição, causa vários danos ao corpo
e à qualidade de vida das pessoas.
O ruído é o que mais colabora para a existência da poluição
sonora. Ele é provocado pelo som excessivo das indústrias, canteiros de obras,
meios de transporte, áreas de recreação, etc. Estes ruídos provocam efeitos negativos
para o sistema auditivo das pessoas, além de provocar alterações
comportamentais e orgânicas.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera que um som deve ficar em até 50 db (decibéis – unidade de medida do som) para não causar prejuízos ao ser humano. A partir de 50 db, os efeitos negativos começam. Alguns problemas podem ocorrer a curto prazo, outros levam anos para serem notados.
Efeitos negativos da poluição sonora na saúde dos seres humanos:
A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera que um som deve ficar em até 50 db (decibéis – unidade de medida do som) para não causar prejuízos ao ser humano. A partir de 50 db, os efeitos negativos começam. Alguns problemas podem ocorrer a curto prazo, outros levam anos para serem notados.
Efeitos negativos da poluição sonora na saúde dos seres humanos:
· Insônia (dificuldade de dormir);
· Estresse
· Depressão
· Perda de audição
· Agressividade
· Perda de atenção e concentração
· Perda de memória
· Dores de Cabeça
· Aumento da pressão arterial
· Cansaço
· Gastrite e úlcera
· Queda de rendimento escolar e no trabalho
· Surdez (em casos de exposição à níveis altíssimos de ruído)
Recomendações importantes:
· Estresse
· Depressão
· Perda de audição
· Agressividade
· Perda de atenção e concentração
· Perda de memória
· Dores de Cabeça
· Aumento da pressão arterial
· Cansaço
· Gastrite e úlcera
· Queda de rendimento escolar e no trabalho
· Surdez (em casos de exposição à níveis altíssimos de ruído)
Recomendações importantes:
Para evitar os efeitos nocivos da poluição sonora é
importante: evitar locais com muito barulho; escutar música num
volume de baixo para médio; não ficar sem protetor auricular em locais de
trabalho com muito ruído; escutar walk man ou mp3 player num volume baixo, não
gritar em locais fechados, evitar locais com aglomeração de pessoas
conversando, ficar longe das caixas acústicas nos shows de rock e
fechar as janelas do veículo em locais de trânsito barulhento.
Curiosidade:
Curiosidade:
Nível de ruído provocado (aproximadamente – em decibéis)
- torneira gotejando (20 db)
- música baixa (40 db)
- conversa tranqüila (40-50 db)
- restaurante com movimento (70 db)
- secador de cabelo (90 db)
- caminhão (100 db)
- britadeira (110 db)
- buzina de automóvel (110 db)
- turbina de avião (130 db)
- show musical, próximo as caixas de som (acima de 130 db)
- tiro de arma de fogo próximo (140 db)
- música baixa (40 db)
- conversa tranqüila (40-50 db)
- restaurante com movimento (70 db)
- secador de cabelo (90 db)
- caminhão (100 db)
- britadeira (110 db)
- buzina de automóvel (110 db)
- turbina de avião (130 db)
- show musical, próximo as caixas de som (acima de 130 db)
- tiro de arma de fogo próximo (140 db)
Você sabia?
- É comemorado em 7 de maio o Dia do Silêncio.
- Para medir o nível de ruído num determinado ambiente, os técnicos utilizam um aparelho chamado decibelímetro.
- Para medir o nível de ruído num determinado ambiente, os técnicos utilizam um aparelho chamado decibelímetro.
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Veja também:
Leia um trecho do livro "Faz Parte do Meu Show". |
Capítulo 1
Exagerado Ainda sentia em mim a fraqueza causada pelo HIV. Repercutia em meu espírito as dores morais decorrentes das enfermidades. Mas algo mudara. Será que eu havia morrido? Intimamente eu ouvia uma multidão aplaudindo. Outra vez eu a ouvia chorando e um sentimento indefinível desabrochava em meu peito, uma ânsia louca de explodir, uma vontade de gritar para aquela multidão: "Estou aqui, vivo!"… Mas, aqui, onde? No hospital? Em Ipanema? No palco? Eu não saberia dizer. Senti uma tremenda vontade de chorar. Parecia que todas as emoções, angústias e dores duramente reprimidas estavam rompendo as últimas barreiras e resistências, derramando-se em lágrimas que desciam de meus olhos. Diluía-me todo nas torrentes de lágrimas que fluíam de dentro de mim. Mas parecia que esse pranto, que essa lágrima toda não descia apenas de meus olhos. Elas vinham de mais profundo, do coração, das minhas entranhas, eu diria. Mais ainda eu podia ouvir a multidão e, quanto mais eu ouvia aquelas vozes repercutirem em minha alma, mais eu tinha certeza de que meus pés não pisariam mais os palcos do mundo. Uma certeza apossou-se do meu ser: eu havia morrido. Contudo, eu vivia. Embora não pudesse explicar para mim mesmo, eu vivia, apesar do delírio da multidão, do choro dos familiares e da saudade incrível de minha mãe, que irrompia do meu peito. E a única coisa que eu sabia fazer naquele momento era chorar. Chorei como uma criança desconsolada. Chorei talvez com revolta, mas meu choro também era um desabafo. Sentia que estava deitado, porém, era uma situação tão diferente de tudo que eu presenciara e vivera até ali. Tudo parecia um delírio. Lembrei-me das sensações que eu sentira todas as vezes em que me drogava. As viagens e os sonhos proporcionados pelo uso da maconha, da cocaína, enfim, das badalações e loucuras, das curtições e das revoltas lúcidas, planejadas, sem limites. À medida em que me recordava dessas coisas a angústia aumentava. Uma tristeza amarga sobressaía em meio ao tumulto das emoções. Se havia um inferno, eu vivenciava algo semelhante dentro de mim naquele momento. Enquanto eu vivia esses sentimentos fortes e as emoções violentas que arrebentavam do meu peito, não tive consciência exata do tempo que se passava. Um dia? Um mês? Ou um ano? Diante da dor o tempo parece dilatar-se e, para quem vive essa loucura interior, os minutos, os dias, os anos parecem elásticos ou se transformam numa eternidade. Será pura impressão? Vagamente eu me lembrava do leito onde eu estava deitado, da clínica improvisada na residência de meus pais. Mas era só vagamente. Novamente os gritos, as vaias e o delírio de uma multidão que eu não via. Apenas ouvia. Tudo estava gravado dentro de mim. Imagens apareciam e desapareciam à minha volta e eu, ao mesmo tempo, fazia parte daquele cenário pitoresco, louco, delirante. Com certeza eu estava sob o efeito de alguma droga - era assim que eu pensava. Tantas e tantas vezes eu me droguei, fumei e cheirei. Uma espécie de lembrança das minhas loucuras se esboçava em imagens que pareciam irreais. Uma certeza de que a morte estava me cobrando alguma coisa. Ou - quem sabe? - era eu mesmo quem me cobrava. A morte faz dessas coisas com a gente. No meu caso, além de despertar um sentimento de culpa duramente reprimido, trouxe à tona um lado mais sensível de mim, que somente pode ser comparado com os momentos mais agudos da doença. A morte amacia corações, dobra a nossa rebeldia. Afinal, rebelar-se mais, para quê? Contra que sistema? Contra Deus e a vida? Eu não via Deus.
RECOMENDO A TODOS VALE A PENA LER
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GRANDES ´POETAS.......
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Biografia
- José Oswald de Sousa Andrade
José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo em 1890. Presenciar a virada do século, aos 10 anos, foi marcante, como relembra o poeta já adulto: "Havíamos dobrado a esquina de um século. Entrávamos em 1900... " . São Paulo despertava para a industrialização e a tecnologia. Abria-se um novo mundo urbano, que Oswald logo assimilaria fascinado: o bonde elétrico, o rádio, o cinema, a propaganda com sua linguagem-síntese...
Oswald tinha 22 anos quando fez a primeira de
várias viagens à Europa (1912), onde entrou em contato com os movimentos de
vanguarda. Mas só depois de dez anos empregaria as técnicas desses
movimentos. De qualquer forma, divulgou o Futurismo e o Cubismo. O terceiro
casamento, com Tarsila do Amaral, em 1926, forjou o casal responsável pelo
lançamento da Antropofagia. Mário os chamava de "Tarsiwald"... Com
Tarsila voltou à Europa algumas vezes. A crise de 29 abalou as finanças do
escritor. Vem a separação de Tarsila e uma nova relação: Patrícia Galvão
(Pagu), escritora comunista. Oswald passou a participar de reuniões operárias
e ingressou no Partido Comunista. Casou-se mais uma vez, depois de separado
de Pagu, até que, já com 54 anos, conheceu Maria Antonieta d'Alkmin.
Permaneceram juntos até a morte do poeta, em 1954.
Nenhum outro escritor do Modernismo ficou mais
conhecido pelo espírito irreverente e combativo do que Oswald de Andrade. Sua
atuação intelectual é considerada fundamental na cultura brasileira do início
do século. A obra literária de Oswald apresenta exemplarmente as
características do Modernismo da primeira fase.
Em Pau-Brasil, põe em prática as propostas do
manifesto do mesmo nome. Na primeira parte do livro, "História do
Brasil", Oswald recupera documentos da nossa literatura de informação,
dando-lhe um vigor poético surpreendente.
Na segunda parte de Pau-Brasil - "Poemas da
colonização" -, o escritor revê alguns momentos de nossa época colonial.
O que mais chama a atenção nesses poemas é o poder de síntese do autor. No
Pau-Brasil há ainda a descrição da paisagem brasileira, de cenas do
cotidiano, além de poemas metalingüísticos.
A poesia de Oswald é precursora de um movimento
que vai marcar a cultura brasileira na década de 60: o Concretismo. Suas
idéias, recuperadas também na década de 60, reaparecem com roupagem nova no
Tropicalismo.
Memórias sentimentais de João Miramar chama a
atenção pela linguagem e pela montagem inédita. O romance apresenta uma
técnica de composição revolucionária, se comparado aos romances tradicionais:
são 163 episódios numerados e intitulados, que constituem capítulos-relâmpago
- tudo muito influenciado pela linguagem do cinema - ou, mais precisamente,
como se os fragmentos estivessem dispostos num álbum, tal qual fotos que
mantêm relação entre si. Cada episódio narra, com ironia e humor, um
fragmento da vida de Miramar. "Recorte, colagem, montagem", resume
o crítico Décio Pignatari.
O material narrativo segue esta ordem: infância
de Miramar, adolescência e viagem à Europa a bordo do navio Marta; regresso
ao Brasil, motivado pela morte da mãe; casamento com Célia, e um romance
paralelo com a atriz Rocambola; nascimento da filha; divórcio e morte de
Célia; falência de Miramar.
Em 1937 publicou-se O rei da vela, peça que
focaliza a sociedade brasileira dos anos 30. Pelo seu caráter pouco
convencional, só foi levada a cena trinta anos depois, integrando o movimento
tropicalista.
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