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quarta-feira, 12 de setembro de 2012



Volume e tempo de exposição determinam risco da utilização destes ap
aparelhos. Com moderação não há danos para os ouvidos.
Ouvir música é um hábito que causa prazer para a maioria das pessoas. A música relaxa, diverte e distrai em meio a tantas situações estressantes do dia a dia e por isso muitas pessoas usam – e abusam – dos aparelhos portáteis com fones de ouvido. “Não existe hora nem lugar. Na rua, no ônibus, nos parques, na academia, no trabalho, onde tiver uma brecha o fone de ouvido está presente. O que preocupa são os riscos que ele representa a saúde”, destaca a otorrinolaringologista Rita de Cássia Cassou Guimarães.
A perda auditiva, zumbido e a dificuldade de compreender o que está sendo falado em uma conversa são as consequências mais perigosas do uso excessivo dos fones de ouvido. O volume do som e o tempo de utilização são os principais fatores que estão relacionados aos problemas auditivos. “A longo prazo, o hábito causa danos irreversíveis aos ouvidos. Além disso, os fones criam uma espécie de isolamento acústico, que não permite o usuário ouvir os sons a sua volta, aumentando os riscos de acidentes devido a falta de atenção.”
Independente do modelo, seja o de inserção – que são colocados dentro da orelha – ou o de concha, o abuso na utilização dos fones prejudica a audição de forma lenta e progressiva. “O indivíduo vai perdendo a capacidade de ouvir aos poucos, sem perceber, o que dificulta o diagnóstico. Como os sintomas diretamente ligados a audição surgem apenas quando o problema já está avançado, o tratamento não consegue reverter os danos. Dores de cabeça, insônia e até aumento da pressão podem sinalizar que o corpo está em uma situação de estresse causada pelo excesso de ruído.”
A médica  esclarece que os riscos de perda auditiva são diferentes para cada pessoa. “Alguns indivíduos possuem ouvidos mais resistentes e conseguem ouvir música por longos períodos sem prejudicar a audição. Enquanto outros são mais sensíveis e mesmo seguindo as orientações de uso correto dos fones de ouvido podem sofrer danos. Como não há como saber quais pessoas são mais sensíveis ou mais fortes, a recomendação é usar o fone com moderação.”
Para ouvir música com fones de ouvido sem causar danos à audição o recomendado é jamais colocar no volume máximo e ficar poucas horas com o fone de ouvido. “É fundamental ter bom senso. O ideal é ir até no máximo 60% da capacidade de volume do aparelho por no máximo 1 hora de tempo de exposição, seguido de um período de repouso acústico, não utilizar os fones em locais barulhentos, como ônibus ou ruas movimentadas. Nesses ambientes a tendência é aumentar o volume para que o som possa competir com o barulho externo. Outra recomendação é não utilizar o fone apenas de um lado, pois pode causar perda assimétrica da audição”, alerta.
A especialista enfatiza que o volume dos fones de inserção é mais alto do que os de concha, pois eles ficam mais próximos do canal do ouvido.
Testes simples podem ajudar a controlar corretamente o volume dos aparelhos. Se o som estiver muito alto, o indivíduo não consegue conversar com as pessoas que estão presentes no mesmo ambiente. “Outra dica é desligar o aparelho quando estiver na rua, no volume usado costumeiramente, e ao chegar em casa, ambiente considerado mais silencioso, o usuário deve ligá-lo novamente. Se o volume for incômodo aos ouvidos é sinal que o som estava alto demais. Ao perceber qualquer alteração auditiva deve-se procurar um especialista imediatamente”, acrescenta.



Poluição Sonora
O que é poluição sonora, efeitos negativos na saúde humana, níveis de ruído em decibéis, ambientes com alto nível de poluição sonora, recomendações, doenças provocadas, sistema auditivo
Poluição Sonora
Trânsito nas grandes cidades: poluição sonora no dia-a-dia
  
Quando e como ocorre 
A poluição sonora ocorre quando num determinado ambiente o som altera a condição normal de audição. Embora ela não se acumule no meio ambiente, como outros tipos de poluição, causa vários danos ao corpo e à qualidade de vida das pessoas.
O ruído é o que mais colabora para a existência da poluição sonora. Ele é provocado pelo som excessivo das indústrias, canteiros de obras, meios de transporte, áreas de recreação, etc. Estes ruídos provocam efeitos negativos para o sistema auditivo das pessoas, além de provocar alterações comportamentais e orgânicas.

A OMS (Organização Mundial de Saúde) considera que um som deve ficar em até 50 db (decibéis – unidade de medida do som) para não causar prejuízos ao ser humano. A partir de 50 db, os efeitos negativos começam. Alguns problemas podem ocorrer a curto prazo, outros levam anos para serem notados.

Efeitos negativos da poluição sonora na saúde dos seres humanos:
· Insônia (dificuldade de dormir);
· Estresse
· Depressão
· Perda de audição
· Agressividade
· Perda de atenção e concentração
· Perda de memória
· Dores de Cabeça
· Aumento da pressão arterial
· Cansaço
· Gastrite e úlcera
· Queda de rendimento escolar e no trabalho
· Surdez (em casos de exposição à níveis altíssimos de ruído)

Recomendações importantes:
Para evitar os efeitos nocivos da poluição sonora é importante: evitar locais com muito barulho; escutar música num volume de baixo para médio; não ficar sem protetor auricular em locais de trabalho com muito ruído; escutar walk man ou mp3 player num volume baixo, não gritar em locais fechados, evitar locais com aglomeração de pessoas conversando, ficar longe das caixas acústicas nos shows de rock e fechar as janelas do veículo em locais de trânsito barulhento.

Curiosidade:
Nível de ruído provocado (aproximadamente – em decibéis)
- torneira gotejando (20 db)
- música baixa (40 db)
- conversa tranqüila (40-50 db)
- restaurante com movimento (70 db)
- secador de cabelo (90 db)
- caminhão (100 db)
- britadeira (110 db)
- buzina de automóvel (110 db)
- turbina de avião (130 db)
- show musical, próximo as caixas de som (acima de 130 db)
- tiro de arma de fogo próximo (140 db)
Você sabia?
- É comemorado em 7 de maio o Dia do Silêncio.
- Para medir o nível de ruído num determinado ambiente, os técnicos utilizam um aparelho chamado decibelímetro.
  
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Veja também:

http://www.livrariafae.com.br/img/ajuste.gif

Leia um trecho do livro "Faz Parte do Meu Show".

Capítulo 1
Exagerado

        Ainda sentia em mim a fraqueza causada pelo HIV. Repercutia em meu espírito as dores morais decorrentes das enfermidades. Mas algo mudara. Será que eu havia morrido? Intimamente eu ouvia uma multidão aplaudindo. Outra vez eu a ouvia chorando e um sentimento indefinível desabrochava em meu peito, uma ânsia louca de explodir, uma vontade de gritar para aquela multidão: "Estou aqui, vivo!"… Mas, aqui, onde? No hospital? Em Ipanema? No palco? Eu não saberia dizer.
        Senti uma tremenda vontade de chorar. Parecia que todas as emoções, angústias e dores duramente reprimidas estavam rompendo as últimas barreiras e resistências, derramando-se em lágrimas que desciam de meus olhos. Diluía-me todo nas torrentes de lágrimas que fluíam de dentro de mim. Mas parecia que esse pranto, que essa lágrima toda não descia apenas de meus olhos. Elas vinham de mais profundo, do coração, das minhas entranhas, eu diria.
        Mais ainda eu podia ouvir a multidão e, quanto mais eu ouvia aquelas vozes repercutirem em minha alma, mais eu tinha certeza de que meus pés não pisariam mais os palcos do mundo. Uma certeza apossou-se do meu ser: eu havia morrido.
        Contudo, eu vivia. Embora não pudesse explicar para mim mesmo, eu vivia, apesar do delírio da multidão, do choro dos familiares e da saudade incrível de minha mãe, que irrompia do meu peito. E a única coisa que eu sabia fazer naquele momento era chorar. Chorei como uma criança desconsolada. Chorei talvez com revolta, mas meu choro também era um desabafo.
        Sentia que estava deitado, porém, era uma situação tão diferente de tudo que eu presenciara e vivera até ali. Tudo parecia um delírio. Lembrei-me das sensações que eu sentira todas as vezes em que me drogava. As viagens e os sonhos proporcionados pelo uso da maconha, da cocaína, enfim, das badalações e loucuras, das curtições e das revoltas lúcidas, planejadas, sem limites.
        À medida em que me recordava dessas coisas a angústia aumentava. Uma tristeza amarga sobressaía em meio ao tumulto das emoções. Se havia um inferno, eu vivenciava algo semelhante dentro de mim naquele momento.
        Enquanto eu vivia esses sentimentos fortes e as emoções violentas que arrebentavam do meu peito, não tive consciência exata do tempo que se passava. Um dia? Um mês? Ou um ano? Diante da dor o tempo parece dilatar-se e, para quem vive essa loucura interior, os minutos, os dias, os anos parecem elásticos ou se transformam numa eternidade. Será pura impressão?
        Vagamente eu me lembrava do leito onde eu estava deitado, da clínica improvisada na residência de meus pais. Mas era só vagamente. Novamente os gritos, as vaias e o delírio de uma multidão que eu não via. Apenas ouvia. Tudo estava gravado dentro de mim.
Imagens apareciam e desapareciam à minha volta e eu, ao mesmo tempo, fazia parte daquele cenário pitoresco, louco, delirante. Com certeza eu estava sob o efeito de alguma droga - era assim que eu pensava. Tantas e tantas vezes eu me droguei, fumei e cheirei. Uma espécie de lembrança das minhas loucuras se esboçava em imagens que pareciam irreais. Uma certeza de que a morte estava me cobrando alguma coisa. Ou - quem sabe? - era eu mesmo quem me cobrava.

        A morte faz dessas coisas com a gente. No meu caso, além de despertar um sentimento de culpa duramente reprimido, trouxe à tona um lado mais sensível de mim, que somente pode ser comparado com os momentos mais agudos da doença. A morte amacia corações, dobra a nossa rebeldia. Afinal, rebelar-se mais, para quê? Contra que sistema? Contra Deus e a vida? Eu não via Deus.

RECOMENDO A TODOS VALE A PENA LER 

GRANDES ´POETAS.......
 
Biografia - José Oswald de Sousa Andrade 

José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo em 1890. Presenciar a virada do século, aos 10 anos, foi marcante, como relembra o poeta já adulto: "Havíamos dobrado a esquina de um século. Entrávamos em 1900... " . São Paulo despertava para a industrialização e a tecnologia. Abria-se um novo mundo urbano, que Oswald logo assimilaria fascinado: o bonde elétrico, o rádio, o cinema, a propaganda com sua linguagem-síntese...
Oswald tinha 22 anos quando fez a primeira de várias viagens à Europa (1912), onde entrou em contato com os movimentos de vanguarda. Mas só depois de dez anos empregaria as técnicas desses movimentos. De qualquer forma, divulgou o Futurismo e o Cubismo. O terceiro casamento, com Tarsila do Amaral, em 1926, forjou o casal responsável pelo lançamento da Antropofagia. Mário os chamava de "Tarsiwald"... Com Tarsila voltou à Europa algumas vezes. A crise de 29 abalou as finanças do escritor. Vem a separação de Tarsila e uma nova relação: Patrícia Galvão (Pagu), escritora comunista. Oswald passou a participar de reuniões operárias e ingressou no Partido Comunista. Casou-se mais uma vez, depois de separado de Pagu, até que, já com 54 anos, conheceu Maria Antonieta d'Alkmin. Permaneceram juntos até a morte do poeta, em 1954.
Nenhum outro escritor do Modernismo ficou mais conhecido pelo espírito irreverente e combativo do que Oswald de Andrade. Sua atuação intelectual é considerada fundamental na cultura brasileira do início do século. A obra literária de Oswald apresenta exemplarmente as características do Modernismo da primeira fase.
Em Pau-Brasil, põe em prática as propostas do manifesto do mesmo nome. Na primeira parte do livro, "História do Brasil", Oswald recupera documentos da nossa literatura de informação, dando-lhe um vigor poético surpreendente.
Na segunda parte de Pau-Brasil - "Poemas da colonização" -, o escritor revê alguns momentos de nossa época colonial. O que mais chama a atenção nesses poemas é o poder de síntese do autor. No Pau-Brasil há ainda a descrição da paisagem brasileira, de cenas do cotidiano, além de poemas metalingüísticos.
A poesia de Oswald é precursora de um movimento que vai marcar a cultura brasileira na década de 60: o Concretismo. Suas idéias, recuperadas também na década de 60, reaparecem com roupagem nova no Tropicalismo.
Memórias sentimentais de João Miramar chama a atenção pela linguagem e pela montagem inédita. O romance apresenta uma técnica de composição revolucionária, se comparado aos romances tradicionais: são 163 episódios numerados e intitulados, que constituem capítulos-relâmpago - tudo muito influenciado pela linguagem do cinema - ou, mais precisamente, como se os fragmentos estivessem dispostos num álbum, tal qual fotos que mantêm relação entre si. Cada episódio narra, com ironia e humor, um fragmento da vida de Miramar. "Recorte, colagem, montagem", resume o crítico Décio Pignatari.
O material narrativo segue esta ordem: infância de Miramar, adolescência e viagem à Europa a bordo do navio Marta; regresso ao Brasil, motivado pela morte da mãe; casamento com Célia, e um romance paralelo com a atriz Rocambola; nascimento da filha; divórcio e morte de Célia; falência de Miramar.
Em 1937 publicou-se O rei da vela, peça que focaliza a sociedade brasileira dos anos 30. Pelo seu caráter pouco convencional, só foi levada a cena trinta anos depois, integrando o movimento tropicalista.
 
  
GRANDE ZÉ  DO COCO VALE A PENA CONHECER UM POUCO DA VIDA DELE.......

Zé Coco do Riachão
José dos Reis Barbosa dos Santos
http://www.dicionariompb.com.br/images/icone/nascimento_verbete.gif 1912 Brasília de Minas, MG
http://www.dicionariompb.com.br/images/icone/morte_verbete.gif 13/9/1998 Montes Claros, MG
http://www.dicionariompb.com.br/images/verbete_baixo.gif
Instrumentista. Compositor. Acordeonista. Fabricante de rabecas.

Criado na localidade de Riachão, onde nasceu, às margens do rio que leva o mesmo nome, na confluência dos municípios de Mirabela e Brasília de Minas, no Vale do São Francisco. O pai era fazedor e tocador de violas. No momento de seu nascimento, passava uma folia-de-reis e ele foi consagrado pela mãe aos santos Reis; por isso "dos Reis" registrado em cartório. Zé Coco deixava claro sua devoção aos Santos Reis, e sempre se apresentava como José Reis Barbosa dos Santos.

Ouvindo seu pai tocar desde que nasceu, aos 8 anos, já tocava viola que ele mesmo ia aprendendo a fazer. Foi marceneiro, carpinteiro, ferreiro, sapateiro, fazedor de cancelas, de engenho, de carro de boi, curral de tira, roda de rolar mandioca, mas o que o tornou conhecido, inclusive internacionalmente, foi a excelência dos instrumentos que fabricava e tocava: viola, violão, cavaquinho e rebeca. Aos vinte anos, assumiu a pequena fábrica de instrumentos de seu pai.

terça-feira, 11 de setembro de 2012



GRANDES ARTISTAS PLÁSTICOS NO BRASIL

"Arte brasileira" é o termo utilizado para designar toda e qualquer forma de expressão artística produzida no Brasil
Vamos começar pela fase pré-colonial:
Daqui podemos destacar:
- as pinturas rupestres encontradas na Serra da Capivara no Piauí com cerca de 11 mil anos.
- no vale do Peruaçu, em Minas Gerais são encontrados desenhos geométricos de idade de 2 a 10 m,il anos atrás.
- no vale do rio das Velhas, em Lagoa Santa em Minas Gerais são encontradas pinturas de animais descobertas em grutas calcárias.

Arte indígena:
de 3 a 11 mil anos a.c. são destacadas, da cultura amazônica, da costa maranhense, e no litoral baiano os artefatos de cerâmica e as esculturas de terracota. Não podemos esquecer também da arte plumária e da pintura de corpo.
Pós-Descobrimento:
Chegaram ao Brasil missionários da Companhia de Jesus, os jesuítas. Trouxeram com eles também a cultura européia no que tange o que chamamos de arte. Trouxeram a música, a literatura, a arte pictórica e a arte escultural que eram usadas nos cultos e na catequização dos índios.
Deles destacamos o Pe Antônio Vieira e Pe José de Anchieta.
A arte trazida pelos jesuítas é aquela que já estava relacionada ao renascentismo europeu.

Período Barroco
neste período temos:
- o poema Prosopopéia de Bento Teixeira
- Gregório de Matos e com o, já citado, orador sacro Padre Antônio Vieira
- Antônio Francisco Lisboa , o Aleijadinho com as obras Igreja de São Francisco de Assis de Ouro Preto e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos. (Veja a lista de obras em:
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Aleijadinho )
- Manuel da Costa Ataíde (Mestre Ataíde). Encarnou e dourou as imagens de Aleijadinho para o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas do Campo. Pintura da Capela de Nossa Senhora da Glória. Pinturas na Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Assis, Pinturas do forro da capela-mor da Igreja Matriz de Santo Antônio, na cidade de Santa Bárbara. Painel A Última Ceia, no Colégio do Caraça. Pintura do forro da capela-mor da Igreja Matriz de Santo Antônio, na cidade de Itaverava. Pintura do forro da capela-mor da Igreja de Nossa Senhora do Rosário.

Neoclassicismo:
Na literatura:
Cláudio Manuel da Costa
Tomás Antônio Gonzaga
Basílio da Gama

Academismo e Missão Artística Francesa:
Jean Baptiste Debret,
Grandjean de Montigny (arquiteto),
Nicolas-Antoine Taunay,
Félix Taunay,
Simplício Rodrigues de Sá,
Agostinho da Motta,
Henrique José da Silva,
Francisco Chaves Pinheiro (escultor),
Manuel de Araújo Porto-alegre,
Afonso Falcoz,
Georg Grimm,
Henri Nicolas Vinet,
José Octavio Corrêa Lima (escultor),
Victor Meirelles,
Rodolfo Amoedo,
Cândido Caetano de Almeida Reis (escultor),
Henrique Bernardelli,
Rodolpho Bernardelli (escultor e pintor),
Pedro Américo,
Eliseu Visconti,
Zeferino da Costa,
Artur Timóteo da Costa,
Oscar Pereira da Silva, Belmiro de Almeida,
Almeida Júnior, Décio Villares (escultor e pintor),
Pedro Weingärtner, Georgina de Albuquerque,
Carlos Chambelland,
Pedro Alexandrino,
Giovanni Battista Castagneto,
Helios Seelinger.

Tivemos nesta época também o padre José Maurício Nunes da Costa. Compositor de música sacra.

(Para conhecer as suas obras aconselha-se a ver suas biografias. A lista é enorme)

Romantismo e indianismo:
na literatura destacamos:
- Gonçalves de Magalhães
- Gonçalves Dias
- José de Alencar

No teatro destacamos:
- Gonçalves de Magalhães
- Martins Pena

Na pintura destacamos:
- Vítor Meireles com "A primeira missa no Brasil"
- Pedro Américo com "O Grito do Ipiranga"
- Maria de Medeiros com "Iracema de Alencar"
- Rodolfo Amoedo com "O Último Tamoio"

Na música tivemos poucos.
- Carlos Gomes com a ópera "O Guarani"
Modernismo brasileiro e a semana da Arte Moderna:
antecedentes:
Oswald de Andrade retorna da Europa, impregnado do Futurismo de Marinetti, e afirmando que “estamos atrasados cinqüenta anos em cultura, chafurdados ainda em pleno Parnasianismo”.
Lasar Segall, pintor lituano, realiza “a primeira exposição de pintura não acadêmica em nosso país”, nas palavras de Mário de Andrade.
Primeira exposição de pintura de Anita Malfatti, que retorna da Europa trazendo influências pós-impressionistas e a consequente crítica de Monteiro Lobato.
Mário de Andrade e Oswald de Andrade, os dois grandes líderes da primeira geração de nosso Modernismo, se tornam amigos.
Publicação de Há uma gota de sangue em cada poema; livro de poemas de Mário de Andrade, que utilizou o pseudônimo Mário Sobral para assinar essa obra pacifista, protestando contra a Primeira Guerra Mundial.


segunda-feira, 10 de setembro de 2012